PT agiu com violência, diz senadora do MS

Para Marisa Serrano, petistas não gostam de discutir ideias, por isso ¿agrediram¿ Serra no Rio e Campo Grande

Alessandra Messias, iG Campo Grande |

A senadora e vice-presidente nacional do PSDB no Mato Grosso do Sul, Marisa Serrano, afirmou em nota que o PT “gosta do embate agressivo.” Mas o PT– acrescentou – “não gosta de discutir idéias nem propostas, prefere resolver as diferenças com agressão e estupidez.” Marisa se diz “indignada” com o programa do horário eleitoral gratuito da candidata Dilma Rousseff (PT).

Este programa, acrescentou, mostrou imagens da agressão de membros do PT ao candidato José Serra (PSDB) em Campo Grande (MS) e no Rio de Janeiro (RJ). No programa, segundo a dirigente tucana, houve a tentativa de "distorcer a realidade atribuindo a Serra a culpa de um ato que degrada a democracia brasileira.”

Segundo Marisa, o programa eleitoral de Dilma reproduziu de forma editada reportagem do SBT no intuito de induzir o telespectador a acreditar que Serra simulou "farsa" para mostrar que foi atingido por um objeto na cabeça. A senadora acrescentou que no noticiário do Jornal Nacional da TV Globo as imagens mostraram que Serra foi agredido com dois objetos em dois momentos diferentes.

Montagem

O que descarta a possibilidade de uma montagem de cena que se caracteriza como "farsa, como os petistas tentaram afirmar na TV. O Brasil está escandalizado com este fato. O PT dissemina a cultura da agressão e da violência com o endosso do Presidente Lula,” reafirma a senadora. Para ela, o fato deve ser julgado pela Justiça que punirá os responsáveis.

“Qualquer cidadão que sonha em fazer de nosso País uma nação mais justa fica indignado quando o presidente, que deve ser o primeiro a defender o Estado de Direito, faz chacota com a agressão sofrida por Serra. Lula estimula a impunidade e incentiva atos criminosos de sua militância reforçando a ideia de que, em vez de ser o principal mandatário do País."

Democracia

Para a senadora, Lula "prefere agir como chefe de uma facção fascista. O comportamento do PSDB é de serenidade, mantendo a postura de quem defende a paz e a democracia.” A parlamentar sul-mato-grossense – coordenadora da campanha de Serra no MS – disse que a agressão sofrida pelo candidato tucano e a tentativa de manipulação de Dilma, “mancham a história do Brasil."

Segundo ela, "o Brasil tem um povo tolerante e respeitoso com a diversidade. No entanto, agora sofre um desvio por causa da atuação aloprada do PT,” concluiu a senadora.


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