A coligação tucana entrou com ações no TSE alegando divulgação de informação falsa e propaganda irregular a favor de Dilma

A coligação que apoia o candidato tucano à Presidência, José Serra, ajuizou hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mais oito ações contra o PSTU, PCO e PT. Nas seis representações contra a coligação da petista Dilma Rousseff, o PSDB alega que teria ocorrido invasão de tempo da propaganda eleitoral gratuita de governador e de deputado estadual da coligação estadual, todas na modalidade de inserções de TV, veiculadas na última segunda-feira, para fazer propaganda eleitoral em favor de Dilma, com expresso pedido de voto.

Nas representações contra o PT, a coligação tucana pede que seja proibida a repetição das propagandas questionadas, e que se desconte do tempo reservado para as inserções o tempo equivalente ao de cada exibição de propaganda feita de forma irregular.

Na ação contra o PSTU, a coligação tucana alega que a legenda teria realizado propaganda eleitoral ofensiva, desvirtuando as palavras do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, “atribuindo-lhe falsamente um discurso injurioso, com a intenção de atingir eleitoralmente o candidato do PSDB”. Na propaganda, o PSTU diz que Fernando Henrique teria chamados os aposentados de vagabundos. Os tucanos pedem que seja concedido direito de resposta de um minuto nos dois programas em bloco de rádio e TV do PSTU.

Contra o PCO, a coligação tucana entrou com uma ação pedindo direito de resposta em seu programa na televisão. A coligação "O Brasil pode Mais", que apoia o presidenciável, alega que o PCO divulgou informações falsas e ofensivas contra o PSDB. A ação foi protocolada hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A coligação afirma que o PCO acusou o PSDB de transformar a Petrobras em sociedade anônima em 1997, de patrocinar o trabalho escravo dentro da empresa e de dilapidar o patrimônio público. O PSDB pede que o TSE conceda o direito de resposta pelo tempo de um minuto para cada um dos dois blocos do PCO. A campanha de Serra solicita, ainda, que o Tribunal proíba a legenda de divulgar novamente os trechos.

Nesta semana, o PSDB enviou outras 21 representações contra a coligação encabeçada por Dilma Rousseff (PT). Os tucanos alegam o horário eleitoral destinado às candidaturas proporcionais – de deputados Estaduais e federais – está sendo usado para fazer propaganda favorável à candidatura Presidencial. Por isso, pedem que seja descontado tempo da publicidade petista e dos aliados.

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