Políticos baianos enfrentam chuva pela visibilidade no 2 de Julho

Em festa cívica baiana, Plínio de Arruda Sampaio foi o único presidenciável presente no evento

Aura Henrique, iG Bahia |

A forte chuva e a expectativa pela vitória brasileira esvaziaram, nesta sexta-feira, as comemorações do Dois de Julho, mais importante festa cívica baiana em homenagem independência do Estado. Mesmo assim, todos os candidatos ao governo da Bahia compareceram ao evento, inclusive e até os presidenciáveis do PSOL e PSTU, Plínio de Arruda Sampaio e José Maria, arriscaram participação no cortejo.

Todo ano, o Dois de Julho é palco de manifestações político-partidárias, mas a disputa por popularidade, que normalmente ocorre, desta vez não serviu de indicativo para as próximas eleições. Os principais candidatos ao governo da Bahia, Jaques Wagner (PT), Paulo Souto (DEM) e Geddel Vieira Lima (PMDB), tiveram semelhante receptividade do pequeno público que decidiu assistir ao desfile.

Com um tom ameno, o governador Jaques Wagner (PT) usou o mote de independência para legitimar a participação política no evento. “O Dois de julho é independência, é cidadania. E cidadania corresponde ao exercício da política”, disse. Para ele “cada um diz o que é e o povo, na hora certa, decide”.

Já a analogia feita pelo ex-governador Paulo Souto, candidato ao governo pelo Democratas, traz para o presente o caráter de luta a que o cortejo remete. “É o momento de pensar no futuro da Bahia, a guerra deve continuar”.

Geddel foi mais objetivo e manteve sua crítica à gestão atual e a passadas, de falta de segurança pública e investimentos na área saúde. “O povo vai definir o rumo da Bahia, mudar o passado, que já teve sua chance, ou preservar esse presente, de um governo que não tem marca”, afirmou.

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