Pesquisa que põe Siqueira Campos na liderança é ¿mentirosa¿

Afirmação é da Assessoria do candidato Carlos Gaguim (PMDB), que disputa o governo de Tocantins com Siqueira Campos (PSDB)

Menezes y Morais, iG Brasília |

A assessoria da coligação Força do Povo, liderada pelo governador e candidato a reeleição Carlos Gaguim (PMDB), divulgou nota a pouco contestando pesquisa do Instituto Exata, que coloca na liderança o candidato adversário Siqueira Campos (PSDB) – da coligação Tocantins Levado a Sério – com 48,5% das intenções de voto, contra 42,2% de Gaguim.

De acordo com esta nota, “o Instituto Exata responde criminalmente por pesquisas tendenciosas.” E que os dados da pesquisa em questão revelam “total discrepância em relação” a outras “realizadas no Tocantins sobre intenções de voto ao Governo do Estado, batendo de frente com a credibilidade de institutos como Ibope e Serpes”.

E acrescenta: "a pesquisa do Exata à corrida sucessória ao Palácio Araguaia é verdadeira aberração eleitoral face aos últimos episódios envolvendo o Instituto em outros Estados, a exemplo do Piauí e Goiás,” onde ocorreram “prisões de equipe de funcionários do Exata e apreensão pela polícia de centenas de questionários e acusações de difamação de candidatos”

Acrescenta: “nas pesquisas realizadas” existem “algumas das irregularidades comprovadas. As evidências tendenciosas das pesquisas do Instituto são tantas que o TRE de Goiás, em junho último, já havia proibido a empresa de fazer novos levantamentos. O Exata tentou difamar, por meio de questionários, o senador Marconi Perillo, resultando na prisão de cinco funcionários da empresa”.

No Tocantins – de acordo com assessoria da Força do Povo – “a campanha ao Governo mostra um acirrado empate técnico entre os candidatos Carlos Gaguim e seu adversário da Coligação Tocantins Levado a Sério. Os números do Exata não mostram qualquer credibilidade. E mais: tentam enganar a população do Estado, que acompanha todo o processo eleitoral”.

Por fim, “o Exata é acusado de prática irregular e crime eleitoral nos levantamentos que realiza. Nas pesquisas, os funcionários induzem o eleitor a escolher um candidato, depois de difamar o adversário. Ou seja, o resultado da pesquisa vale quanto, em dinheiro, o Instituto recebe para realizá-la. Resta saber quem pagou ao Exata para colocar ‘na frente’ das pesquisas o candidato da TLS”.

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