PCO apresenta novos nomes depois de ter registro de candidatos negados pela Justiça Eleitoral com base na lei da Ficha Limpa

Há pouco mais de um mês das eleições, o Partido da Causa Operária (PCO) indicou uma nova chapa para o governo de Minas. Depois de ter o registro de seus candidatos originais, Pedro Paulo de Abreu Pinheiro e José Eustáquio Gomes de Faria, indeferidos pela Justiça Eleitoral, o partido pediu novo registro junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) para Adilson Rosa dos Santos e Gilmara Lúcia dos Santos como candidatos a governador e vice-governadora.

Pedro Paulo e seu vice Faria foram indeferidos pelo TRE-MG com base na lei da Ficha Limpa e, em 19 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a decisão. Pinheiro teve seu registro negado por não ter apresentado, em tempo hábil, a prestação de contas de campanha referente às eleições 2008, quando concorreu ao cargo de prefeito de Belo Horizonte. De acordo com a decisão, o candidato só apresentou o documento no dia 5 de julho de 2010. O vice Faria também não apresentou certidões exigidas no processo.

Na época, Pedro Paulo, que também é um dos fundadores do Partido da Causa Operária e presidente do partido em Minas, qualificou a ação do TSE e do TRE como “perseguição”. “Collor está com as mãos limpas e os partidos pequenos estão sendo cassados”. Adilson Rosa era candidato à primeira suplência para o Senado pelo PCO e será substituído por Júlio Cézar dos Reis. Em todas as pesquisas de intenção de votos realizadas desde o registro oficial das chapas para o governo estadual e para o Senado, em 3 de julho, os candidatos do PCO apareceram com menos de 1% das intenção de votos.

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