Partido tem novos candidatos ao governo em Minas Gerais

PCO apresenta novos nomes depois de ter registro de candidatos negados pela Justiça Eleitoral com base na lei da Ficha Limpa

Eduardo Ferrari, iG Minas Gerais |

Há pouco mais de um mês das eleições, o Partido da Causa Operária (PCO) indicou uma nova chapa para o governo de Minas. Depois de ter o registro de seus candidatos originais, Pedro Paulo de Abreu Pinheiro e José Eustáquio Gomes de Faria, indeferidos pela Justiça Eleitoral, o partido pediu novo registro junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) para Adilson Rosa dos Santos e Gilmara Lúcia dos Santos como candidatos a governador e vice-governadora.

Pedro Paulo e seu vice Faria foram indeferidos pelo TRE-MG com base na lei da Ficha Limpa e, em 19 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou a decisão. Pinheiro teve seu registro negado por não ter apresentado, em tempo hábil, a prestação de contas de campanha referente às eleições 2008, quando concorreu ao cargo de prefeito de Belo Horizonte. De acordo com a decisão, o candidato só apresentou o documento no dia 5 de julho de 2010. O vice Faria também não apresentou certidões exigidas no processo.

Na época, Pedro Paulo, que também é um dos fundadores do Partido da Causa Operária e presidente do partido em Minas, qualificou a ação do TSE e do TRE como “perseguição”. “Collor está com as mãos limpas e os partidos pequenos estão sendo cassados”. Adilson Rosa era candidato à primeira suplência para o Senado pelo PCO e será substituído por Júlio Cézar dos Reis. Em todas as pesquisas de intenção de votos realizadas desde o registro oficial das chapas para o governo estadual e para o Senado, em 3 de julho, os candidatos do PCO apareceram com menos de 1% das intenção de votos.

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