Pedetistas não desistem da disputa e, caso a percam, podem tentar tomar a vaga para o Senado do PR ou do PMDB

Após o candidato a governador do Espírito Santo Renato Casagrande (PSB) ter afirmado estar em dúvida na escolha do seu vice, o deputado estadual Givaldo Vieira (PT) se mostrou confiante com sua escolha. “Acreditamos em 100% na chance de ficarmos com o cargo de vice, não trabalhamos com outra hipótese”, afirma ele, cujo partido é um dos 13 da coligação.

Segundo Vieira, Casagrande tem dado sinais discretos de que a preferência para ocupar o cargo é do PT e o partido está conversando com os aliados, como PMDB, PP e PV para garantir o apoio.

Outro nome cotado para a vaga é o do deputado federal Carlos Mannato (PDT), para quem a escolha do vice ainda é uma incógnita. “Nossa convenção será no domingo (27) e vamos defender a vaga de vice. A briga do PDT é institucional, não pelo meu nome”, diz.

“Aceitamos a escolha do PT para o cargo desde que seja feita por critérios claros, e não por imposição”, afirma Mannato.

O partido defende a vaga porque abriu mão de indicar os candidatos ao Senado da coligação, Ricardo Ferraço (PMDB) e Magno Malta (PR). Mannato defende que, caso o partido não consiga a vaga de vice, os nomes para o Senado deveriam ser revistos.

O deputado diz acreditar que a definição do nome só deve acontecer próximo ao prazo máximo para registro dado pela Justiça Federal, 5 de julho. “A discussão só deve iniciar a partir do dia 28, após a convenção do PDT.” Já Vieira acredita que no início da próxima semana tudo esteja definido.


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