Para Marina, corrupção se combate com reforma política

Candidata do Partido Verde defende fortalecimento dos instrumentos de controle para evitar desvio de recursos públicos

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo |

Agência Estado
A candidata do PV Marina Silva participa de sabatina promovida pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil
A candidata do PV, Marina Silva, defendeu na tarde desta segunda-feira uma reforma ampla do sistema político brasileiro como instrumento de combate à corrupção no País. A presidenciável verde participou de uma série de sabatinas da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em São Paulo, onde também defendeu o fortalecimento dos instrumentos de controle para evitar o desvio de recursos públicos.

"O combate à corrupção passa previamente por uma combinação de seres humanos virtuosos. É fundamental que o Tribunal de Contas tenha segurança para trabalhar e tenha uma série de propostas para aperfeiçoar seu plano de ação”, disse Marina.

Sobre o Bolsa Família, a presidenciável do PV disse que é preciso equilibrar as contas públicas para que sobre mais dinheiro para ampliar os programas de distribuição de renda. “Se o BNDES tem dinheiro para investir bilhões em infraestrutura, certamente haverá recursos para os programas sociais. É preciso investir na infraestrutura humana para que se tenha educação e saúde de qualidade e a inclusão para as oportunidades”, afirmou.

Reforma tributária

Como se espera de um evento com empresários, a reforma tributária esteve no centro dos debates do evento na associação comercial. Para a candidata do PV, a reforma que o Brasil precisa é de justiça com os Estados, simplificação e transparência. Porém, a presidenciável verde defende uma reforma política ampla antes para que uma modernização tributária aconteça no País.

“É preciso trabalhar agora nas eleições para que as pessoas elejam as pessoas que estão comprometidas em realizar essas reformas, inclusive a da Previdência. As reformas começam na hora de escolher o deputado, o senador, o governador e o presidente da República”, argumentou.

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