Mercadante rebate Alckmin e diz que já votou 36 empréstimos a SP

Segundo o candidato petista, ele teve apenas três ausências no Senado e recoreu a Romeu Tuma para rebater ataques do tucano

Agência Estado |

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O candidato ao governo do Estado de São Paulo, Aloizio Mercadante chegou a Jundiaí por volta das onze horas da manhã deste sábado,11. Na cidade, Mercadante participou de uma carreata com aliados políticos acompanhado do candidato a senador Netinho de Paula (PC do B) e do senador Eduardo Suplicy (PT).

Em uma rápida entrevista, Mercadante comentou suas ausências em sessões do Senado, tema utilizado pela campanha do seu adversário Geraldo Alckmin (PSDB). "Não falei que eu não faltei, o que vale é a presença no painel, pois a votação é simbólica", afirmou.

O candidato disse que o tema não deveria ter sido usado em campanha política. "Não faz nenhum sentido, porque já votei 36 empréstimos pra São Paulo no valor de 9,5 bilhões e nunca atrasei um dia. Utilizar isso é tentar confundir a população".

Segundo Mercadante, ele teve apenas três ausências. Duas foram em razão de cirurgia e a terceira em razão da abertura da sua campanha política no Estado. Ele afirmou que o senador e candidato à reeleição, Romeu Tuma, saiu em sua defesa. "O Tuma falou que a própria secretaria da Fazenda de São Paulo sempre pediu urgência para liberação de verbas pro Estado. E, pelo meu trabalho, jamais houve atraso".

Mercadante disse que caso seja eleito pretende criar um BNDES Paulista para incentivar o Estado de São Paulo. Segundo o candidato, muitos municípios do interior de São Paulo perderam empresas, indústrias e colocação no setor econômico para outros Estados da Federação.

Segundo ele, esse BNDES paulista seria um incentivo conforme a vocação econômica da região, que iria alavancar novas empresas e criar empregos. Dentro desse projeto de BNDES paulista haveria um trabalho de incentivo fiscal, recuperação de impostos, taxas e investimentos para a criação de empresas. Segundo ele, essa ideia pode ser amadurecida ao longo do tempo através das próprias prefeituras, criando projetos de lei na Assembleia Legislativa.

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