Marina subestima crescimento de Dilma em pesquisas

Candidata do PV se disse otimista e afirmou que resultado não muda a sua estratégia de campanha

Agência Estado |

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Em visita a uma área de ocupação irregular entre São Paulo e Diadema, na região metropolitana, a candidata a presidente, Marina Silva (PV), minimizou hoje o crescimento da petista Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto. Além disso, ela disse que não mudará a estratégia de campanha. "Vou continuar debatendo os problemas que interessam ao País", afirmou.

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Marina Silva em evento com lideranças no Jardim Castelo, travessa da Avenida Alda, próximo à divisa dos municípios São Paulo/Diadema.
Marina se disse "otimista" com o início hoje da publicidade eleitoral gratuita no rádio e na televisão. Apesar de ter quase um minuto e 30 segundos de tempo, a candidata afirmou esperar discutir nesse curto período as principais dificuldades da sociedade. "A população está começando a entrar em contato, de forma mais próxima, com os candidatos agora", analisou.

De acordo com ela, a candidatura do PV ainda é "forte". Marina afirmou que se considera "firme" na disputa presidencial. "Já quebramos o plebiscito e vamos quebrar também a ideia de que a eleição é um espaço apenas para frases de efeito e desqualificação uns dos outros", disse, ao se referir à troca de acusações entre os principais adversários.

A candidata do PV a presidente desconversou sobre a possibilidade de a eleição ser concluída em primeiro turno e rechaçou a hipótese de discutir cargos com o próximo governo. "Nunca discuti cargo com quem quer que seja", declarou. Embora se considere com chances de ir para o segundo turno, Marina não descartou a abertura de diálogo, seja com o PT ou o PSDB, caso isso não aconteça.

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