Marina diz que vai surpreender adversários na TV

Com apenas 1 minuto e 23 segundos na propaganda gratuita, a candidata do PV promete pequenos programas de grande qualidade

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo |

Em visita à 21ª Bienal do Livro de São Paulo, a candidata do PV Presidência, Marina Silva, prometeu surpreender os adversários com seu programa eleitoral, apesar de ter apenas 1 minuto e 23 segundos na propaganda gratuita. Segundo a candidata, seu programa é como castanha do Pará: "basta comer uma para estar suprido de proteína. Daremos a mensagem em pequenas porções de grande qualidade", afirmou a presidenciável.

A candidata do PV também prometeu a instalação de uma biblioteca em cada escola brasileira caso seja eleita em 03 de outubro. De acordo com ela, essas bibliotecas terão todo o apoio necessário para que o aluno possa mergulhar no universo dos livros. Ela prevê uma parceria entre os ministérios da Educação e da Cultura para que essas bibliotecas sejam atualizadas e para que as crianças encontrem ali um lugar acolhedor para o exercício da leitura, comentou Marina. A candidata lembrou que apenas 10% da população brasileira compra livros didáticos no País e que é preciso ampliar o número de leitores.

Sobre a falta de licenças ambientais nos poços do pré-sal na Bacia de Campos, como foi adiantado pelo iG , a candidata defendeu o cumprimento da lei, que exige as licenças para qualquer novo investimento. "Nós temos que ter rigor nos investimentos e no tratar as questões ambientais com externalidade. Para ser viável, o projeto tem que ser viabilizado do ponto de vista econômico, técnico e ambiental, afirmou.

A presidenciável verde disse que não tinha conhecimento técnico sobre as irregularidades na Bacia de Campos, no Rio, mas, defendeu a instalação de um termo de ajustamento de conduta caso haja uma herança de um período em que a lei ainda no exigia as licenças para perfuração. "Quando entrei no Ministério do Meio Ambiente, existia um passivo muito grande em relação a esses licenciamentos. Sempre se buscava, a partir dos termos de ajustamento de conduta, fazer com que se tornassem legais os processos que não haviam sido feitos adequadamente", defendeu.

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