Lupi: 'O Brasil precisa da sensibilidade de uma mãe'

Ao lado dele, Collor e Renan voltaram a fazer campanha em defesa de Dilma e Ronaldo Lessa em Alagoas

Janaina Ribeiro, iG Alagoas |

“O Brasil todos esses anos foi governado pela autoridade de um pai. A partir de 2011, ele será administrado por uma mãe, que tem sensibilidade, mais amor no coração e a capacidade de ajudar a quem precisa de mais proteção”. Foi assim que o ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi (PDT) abriu o discurso dele, em Alagoas, durante a última grande caminhada do candidato ao governo do Estado de Alagoas Ronaldo Lessa (PDT), que aconteceu na orla de Maceió.

Janaina Ribeiro, iG Alagoas
Collor, Lessa, Renan e Lupi em caminhada em Maceió
Neste domingo (24), o ministro foi o maior cabo eleitoral da presidenciável Dilma Rousseff (PT) e do próprio companheiro de partido Ronaldo Lessa. “O Ronaldo já mostrou que governa para os mais carentes e segue os princípios da administração do presidente Lula, que faz uma gestão pensando em colocar comida na mesa do cidadão e lhe dá condições dignas de vida e de trabalho. E com a Dilma, o País crescerá ainda mais. O Brasil precisa da sensibilidade de uma mãe para continuar avançando”, defendeu Lupi.

Novamente Collor e Renan
Os senadores Fernando Collor de Mello (PTB) e Renan Calheiros (PMDB) engrossaram o coro dos defensores da candidatura de Dilma Rousseff e Ronaldo Lessa. “Teotônio Vilela quando era senador, fez uma emenda tentando desconstituir o programa Bolsa Família, mas o Congresso Nacional rejeitou aquela proposta absurda. Ele fez isso porque nunca passou fome, é usineiro e não sabe das necessidades do povo. Mas o Senado e a Câmara dos Deputados disseram não a ele e souberam reconhecer que oBolsa Família foi o maior e melhor programa social criado pelo Lula. São milhões de brasileiros beneficiados com esse programa e a Dilma continuará o expandido”, afirmou Calheiros.

Collor voltou a falar que Alagoas é o Estado campeão em índices negativos de violência, mortalidade infantil, miséria e pobreza absoluta, analfabetismo e emprego. “E, por falar em emprego, é por isso que o presidente Lula e a ex-ministra Dilma enviaram o ministro Carlos Lupi para cá. Foi para mostrar ao governador que o Estado precisa gerar empregos para que possa se desenvolver, a exemplo do próprio Brasil, que cresce a uma taxa de 7%”, disse o petebista.

Já Ronaldo Lessa, voltou a justificar as alianças formalizadas neste 2º turno – no 1º turno ele disputou também contra Collor -, e disse que Alagoas está ‘unida contra o mal’. “Eles se dizem do ‘caminho do bem’ (slogan da campanha tucana), mas, na verdade, são do caminho bem mal. Fecharam 40 mil vagas nas escolas, devolveram recursos para construir 29 unidades de ensino e não cumpriram com o Plano de Cargos e Salários dos servidores”, discursou o pedetista.

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