Candidato ao governo da Bahia é o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto

Terceiro colocado em todas as pesquisas de intenção de voto, o candidato peememdebista ao governo da Bahia tem consciência de que é o azarão da disputa este ano entre os maiores adversários pelo cargo atualmente ocupado por Jaques Wagner. Mesmo assim, Geddel Vieira Lima compareceu ao Colégio Antônio Vieira, em Salvador, confiante de que será o adversário do governador no 2º turno. O deputado federal chegou ao local às 10h30 acompanhado da mulher, Alessandra, e dos filhos, além de outros candidatos de sua coligação.

AE
Geddel chega para votar em Salvador, confiante em segundo turno
Após depositar seu voto na urna eletrônica, Geddel declarou que o momento é de tranqüilidade para esperar que o resultado final saia. Geddel é mais um dos que acreditam que o imponderável nas eleições baianas, a exemplo do que aconteceu em 2006 e decretou uma vitória considerada impossível de Wagner, torne a acontecer. “Vamos aguardar o resultado das urnas. Estou tranquilo, faltam cerca de 5 horas para o resultado final que vai acabar com todas as especulações. Vamos deixar o povo se expressar”.

Geddel disse ter visto uma disputa política em que os debates foram importantes para que os eleitores pudessem avaliar as propostas dos candidatos, mas ressaltou que promessas antigas do atual governador não foram cumpridas nos seus quatro anos de gestão e também não tiveram seu abandono explicado por Wagner. O peemedebista deu ainda a deixa de que, caso seja derrotado, não voltará a fazer aliança com o PT, conforme tem sido especulado. “Quem ganha comemora, quem perde, aplaude e faz oposição", disse.

Alguns dos aliados presentes à votação do ex-ministro da Integração Nacional também repetiram o discurso de confiança de que, na Bahia, as pesquisas eleitorais não revelam um cenário confiável. Um dos mais convictos é o candidato ao Senado Edvaldo Brito (PTB), que já declarou várias vezes que não acredita em pesquisas. “Eu espero uma vitória, ninguém pode entrar em um pleito desses se não estiver convencido que será vitorioso. Quem vai dar a vitória é o povo, muita gente despreza isso e vai se surpreender”, desafiou.

Já o senador César Borges (PR), que tenta a reeleição, declarou que o pleito foi desproporcional, em especial em sua esfera de atuação, uma vez que o PT teria usado a máquina estadual para cooptar políticos do interior do estado e fazer uma propaganda massiva de convencimento. Entretanto, endossa a confiança de que não só seu nome será reeleito como Geddel enfrentará Wagner na segunda etapa. MiGCompFotoLinks_C:undefined

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.