Geddel foca em infraestrutura e meio-ambiente em sabatina

Candidato do PMDB destacou falta de investimentos e falhas do governo de Jaques Wagner no Estado

Lucas Esteves, iG Bahia |

Com críticas à gestão de Jaques Wagner, Geddel Vieira Lima (PMDB) traçou como principal desafio para o governo baiano a construção do presente e do futuro da Estado. Para isso, o ex-ministro da Integração Nacional do governo Lula traçou como prioritárias áreas como infraestrutura e desenvolvimento aliado ao meio-ambiente. O candidato fez as análises na sabatina da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB).

“Este talvez seja o maior desafio desta geração. Nossos filhos nos cobrarão a geração de empregos e possibilidade de desenvolvimento econômico. Já nossos netos cobrarão que deixemos para eles um ambiente bom para se viver”, alegou. Geddel listou as falhas do atual governo nos dois segmentos e, especialmente na infraestrutura, destacou a ausência de investimentos.

Geddel considera prioritária a modernização, ampliação e integração da malha rodoviária do Estado, requalificação da Ferrovia Centro-Atlântica e estadualização dos portos. Na questão ambiental, o candidato acredita em um viés ideológico que ainda persiste em “ambientalistas radicais” e procurar maneiras práticas e eficientes de promover o crescimento sem a depredação do meio-ambiente.

“Esse é assunto que tem de ser tratado diretamente pelo governador, que deve chamar para si a responsabilidade. Tem que se respeitar a legislação, mas órgãos ambientais têm que dizer só que não se pode fazer, mas têm que esclarecer como e eles não fazem isso”, explicou. O peemedebista explicou que um bom caminho seria descentralizar a questão ambiental e chamar municípios para uniformizar o processo de concessão de licenças e repassar as regras de aprovação de projetos.

Dentro das críticas tecidas à administração petista frente ao governo, o deputado federal afirmou que problemas como a escalada da violência e falta de investimentos se deve exclusivamente à atuação formal da gestão. O candidato disse que Wagner sofria de falta de foco e prioridades e que, por isso, não decidiu em que frente atuar e prejudicou o estado. “No nosso governo, nossas prioridades não ficarão no discurso. Elas serão compromissos assumidos e previstos no Orçamento Estadual”.

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