¿Fiz tudo o que podia¿, diz Aloizio Mercadante

Ao votar, candidato do PT ao governo de São Paulo demonstrou confiança e disse que foi buscar votos até o último momento

Alessandra Oggioni e Matheus Pichonelli, iG São Paulo |

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, tentou demonstrar confiança quanto à possibilidade de a disputa ser decidida no segundo turno após votar no final da manhã deste domingo em uma escola na zona oeste da capital. “Estou motivado para o segundo turno. Fiz tudo o que podia até o último momento, buscando voto, andando o Estado inteiro”, afirmou.

Um dia antes, ele cumpriu três agendas na capital e na região metropolitana. O último evento, em Osasco, terminou apenas às 18h40, após duas horas de carreata.

Acompanhado dos candidatos ao Senado de sua chapa, Marta Suplicy (PT) e Netinho de Paula (PCdoB), e do senador Eduardo Suplicy (PT), Mercadante disse acreditar que, num eventual segundo turno, a oportunidade de debater diretamente com o adversário irá favorecê-lo em um eventual confronto com o tucano Geraldo Alckmin, favorito para vencer as eleições já neste domingo, segundo as últimas pesquisas de intenção de voto. “Acho que vai ser melhor porque aí serão só dois candidatos e o debate não tem como o meu adversário fugir. Aí é olho no olho, frente a frente, não tem marketing”, disse.

Pela manhã, Mercadante acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva , que votou em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, e falou que Lula foi um “excelente militante” e continuará se dedicando a sua campanha, caso consiga chegar ao segundo turno. “Pela primeira vez nas eleições gerais o nome de Lula não está nas urnas, mas minha convicção é que ele estará presente em todas as eleições durante muitos e muitos anos”.

Após a votação, o candidato petista relembrou ainda as principais propostas de campanha para a saúde, desenvolvimento econômico, segurança e voltou a dizer que a prioridade será a educação e repetiu, talvez pela última vez, um de seus principais bordões usados no período: “Quero ficar na história como o governador da educação”.

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