Pesquisa em Niterói mostra ex-prefeito Jorge Roberto Silveira em primeiro lugar
21/08 - 11:03
Redação
Pesquisa eleitoral realizada pelo IBPS (Instituto Brasileiro de Pesquisa Social) na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, revela que, se as eleições fossem hoje, haveria segundo turno entre o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira (PDT) e o deputado estadual Rodrigo Neves (PT).
Em relação à última pesquisa, realizada em abril, Jorge Roberto da Silveira cresceu dois pontos percentuais, foi de 43% para 45%. Já Rodrigo Neves teve um aumento de nove pontos percentuais. Em abril ele possuía 8% das intenções de voto e agora ele tem 17%.
Ainda estão no quadro eleitoral Gegê Galindo (PSDB), com (6%); Paulo Eduardo Gomes (PSol), com (3%); e Edésio da Cruz Nunes (PHS), com 1%. Votos brancos e nulos somam 5%.
Na pesquisa espontânea, aquela em que as perguntas são feitas sem a apresentação dos nomes dos candidatos, Jorge Roberto também aparece em primeiro lugar, com 28%, seguido por Rodrigo (8%), Gegê (2%), Paulo Eduardo (2%), e Edésio da Cruz Nunes (1%). Outros 47% dos eleitores pesquisados disseram que ainda estão indecisos.
No quesito rejeição, Gegê Galindo lidera com 14%, seguido de Rodrigo Neves, com 12%. Jorge Roberto aparece com o índice de 11%, Edésio da Cruz, com 9%; e Paulo Eduardo Gomes, com 4%.
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A pesquisa também perguntou aos eleitores se eles votariam em um candidato pelo fato de ele ser apoiado pelo presidente Lula. “Com certeza não” foi a resposta apontada por 37,5% dos pesquisados. Outros 25,3% disseram que “não faz diferença” e 17,8% responderam “com certeza sim”. “Talvez sim” foi dito por 14% dos eleitores; 2,8% responderam que “talvez não” e 2,6% escolheram a opção “não sabe”.
A mesma pergunta foi feita em relação ao apoio do governador Sérgio Cabral. A resposta “com certeza não” foi escolhida por 38,8% dos entrevistados; 25,5% disseram que “não faz diferença”, 13,8% responderam “talvez sim” e 13,7% falaram que “com certeza sim”. A resposta “talvez não” foi dada por 4,3% dos eleitores. Não sabem ou não responderam a questão 3,9% dos eleitores.
A pesquisa foi aplicada por telefone com 600 pessoas entre os dias 15 e 20 de agosto. A margem de erro é de 4% para mais ou para menos. O material foi registrado junto à 72ª Zona Eleitoral do Rio de Janeiro.
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