Em jantar com Lula, Mercadante traça reta final para campanha

Presidente vai participar de comícios do candidato petista na Grande São Paulo e no interior do Estado

Matheus Pichonelli, iG São Paulo |

O candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, se reuniu no último domingo com o presidente Lula para traçar as estratégias para a reta final da campanha. Ele adiantou, nesta segunda-feira, que o presidente tem como certas participações em pelo menos três comícios na G

rande São Paulo (Guarulhos), no interior (Campinas) e na capital. Antes, ele se encontra com o presidente, na terça-feira, em uma agenda oficial numa feira de agronegócio em Sertãozinho, no interior paulista. 

Os outros locais ainda estão sendo avaliados. Santos, São José dos Campos, Ribeirão Preto e outras regiões da capital também são estudados. Certo até agora é que um ato de encerramento de campanha acontecerá na praça da Sé.

Mercadante disse acreditar que, nos próximos dias, os adversários devem concentrar esforços também em São Paulo, já anunciado como “prioridade” pelo presidente Lula, ao lado de Minas – onde o candidato do governo, Hélio Costa (PMDB), demonstra queda nas pesquisas. “Vamos chegar mais forte aqui porque o presidente vai vir mais”, disse o petista, que ironizou o fato de outros concorrentes aliados no plano nacionais contarem com o reforço de Dilma Rousseff na campanha.

“O único que não tem dois palanques é o presidente Lula. Ele só vai fazer campanha para quem ele quer. Ele hoje é só cabo eleitoral e está muito dedicado à minha campanha e isso me orgulha muito".

Nas últimas pesquisas, Mercadante aparece mais próximo de Alckmin entre eleitores da capital. A distância, no entanto, é maior quando se avalia as intenções de voto apuradas no interior e sobretudo na Grande SP.

“A pesquisa mostra uma coisa que não é a história política. Mostra que a maior diferença está na Grande SP, exatamente onde eu ganhei em algumas cidades (em 2006); Nas pesquisas que temos feito nas cidades da Grande SP, nosso desempenho é maior que média do Estado. Pode ser um problema ainda de pesquisa. Vamos aguardar as próximas”, disse.

“Nas tendências do Estado, o que vale mesmo é a tendência. E a tendência que as pesquisas apontam é o crescimento da nossa campanha.”

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