Eduardo faz sua primeira caminhada pró- Dilma

Em seu primeiro ato, na cidade do Paulista, Eduardo afirma que quem pensa em Pernambuco irá eleger Dilma com certeza

Ana Carolina Dias, iG Pernambuco |

Eduardo Campos (PSB) governador reeleito voltou às ruas neste domingo para o seu primeiro ato no segundo turno a favor da eleição da presidenciável Dilma Rousseff (PT) no Estado de Pernambuco. Acompanhado do senador eleito Humberto Costa (PT), do coordenador da campanha da petista em Pernambuco, do deputado federal eleito João Paulo (PT) e do prefeito em exercício do Recife, Milton Coelho (PSB), Eduardo liderou uma caminhada de dois quilômetros pelas ruas de Jardim Paulista e Paratibe, na Zona Metropolitana Norte do Recife.

O percurso foi finalizado na Feira de Paratibe, e foi lá que Campos subiu na Tribuna 40 para falar da importância de eleger Dilma no dia 31 de outubro. “Estamos aqui hoje para chamar todos à reflexão. Quem pensa em Pernambuco não tem dúvida. Vai deixar o Brasil seguir mudando com a presidente que vai continuar o trabalho de Lula”, afirmou.


Em seu discurso, Eduardo falou da experiência obtida em trabalhos com a petista no primeiro governo de Lula e fez questão de destacar a determinação da presidenciável e seu compromisso com os mais pobres. “Lula sabe o que está fazendo ao indicá-la porque conhece sua capacidade. As mãos de Dilma estão cheias de obras que ela coordenou no Governo Lula”, disse.


No final da caminhada, o deputado federal João Paulo (PT), muito enfático, fez questão de lembrar a importância das militâncias nessas eleições. “Se foi a nossa militância que elegeu o primeiro presidente operário do Brasil, será também a nossa militância que irá mais uma vez superar preconceitos e eleger Dilma a primeira mulher presidente”.


Humberto Costa (PT), senador eleito, comentou, em seu discurso, sobre a importância de continuar para melhorar. “Nossa tarefa é fazer com que as mudanças continuem. O Governo Lula gerou 14 milhões de empregos com carteira assinada, tirou 27 milhões de pessoas da condição de miséria. Daqui até o dia 31 temos que fazer uma grande corrente para eleger Dilma presidente”, concluiu.

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