Duas tentativas de conciliação não chegam a acordo no RS

PCB e PSOL não chegaram a acordo, e PTB e DEM não lançaram candidatos nem formaram alianças para eleições majoritárias

Alexandre Haubrich, iG Porto Alegre |

Para os gaúchos, a quarta-feira foi o dia do “não fico”. O prazo para homologação das candidaturas encerrou-se no fim da noite, e duas possíveis coligações não vingaram. PCB e PSOL não chegaram a um acordo, enquanto PTB e DEM não terão candidatos ao governo ou Senado, nem apoiarão alguma chapa.

O PCB flertou com o PSOL até o último instante. Quando tudo parecia encaminhado para uma aliança que deixaria Humberto Carvalho (PCB) como candidato a vice de Pedro Ruas (PSOL), algumas exigências de última hora fizeram o PSOL recuar. Segundo Israel Dutra, da executiva estadual do PSOL, o PCB teria exigido a liberalização de algumas alianças em outros estados, “com partidos que não estão no mesmo círculo do PSOL”. Dessa forma, o PSOL vai para as eleições com uma chapa “puro-sangue”, com Pedro Ruas candidato a governador e Marliane Santos candidata a vice.

Outros dois partidos encerraram as possibilidades de participar das eleições majoritárias, ao menos no primeiro turno. PTB e DEM não irão apoiar qualquer candidato, mas estarão juntos na disputa proporcional. A pequena possibilidade de aliança com PMDB e PDT ficou definitivamente descartada a partir da convenção estadual do PTB, encerrada na noite de quarta, que também teve a presença de lideranças do DEM.

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