Dilma se diz 'indignada' com caso do goleiro Bruno

Petista aproveita para exaltar lei Maria da Penha, criada no governo Lula

Ricardo Galhardo enviado iG Rio Grande do Sul |

O assassinato de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno do Flamengo, entrou na agenda da campanha eleitoral. A candidato do PT à Presidência, Dilma Rousseff, classificou o caso como um crime bárbaro contra a mulher, pediu punição aos culpados e disse desconfiar que o primo de Bruno, menor de 18 anos, seja usado para acobertar os verdadeiros assassinos.

“É um crime bárbaro. Nós todos, todo o Brasil repudia um crime com essa barbaridade, perversidade. Este crime cria na gente aquela repulsa instintiva. É fundamental que este sentimento se converta em providências muito positivas para que este crime não fique impune”, disse Dilma.

Ela aproveitou para lembrar que a Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir a violência doméstica, foi aprovada no governo Lula. “Além disso repudio porque é um crime contra uma mulher. Nós no governo Lula fizemos um grande esforço e aprovamos a lei Maria da Penha”, disse Dilma.

A candidata esquivou-se quando questionada sobre a redução da maioridade penal mas disse desconfiar que o primo de Bruno esteja sendo usado para acobertar os criminosos. “O problema não é do menor só não. Tem gente muito grande que cometeu este crime”, disse a candidata.

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