A candidata petista à presidência participou da convenção que formalizou a candidatura de Jaques Wagner à reeleição na Bahia

A candidata à presidência Dilma Rousseff preferiu a cautela durante a convenção do PT na Bahia que indicou os candidatos às eleições no Estado. Segundo ela, só o desenrolar da campanha poderá dizer se o quadro mostrado pela última pesquisa eleitoral se traduzirá em vantagem nas urnas.

“Prefiro esperar as eleições. Não é prudente confiar nesses números. De maneira nenhuma devemos entrar na campanha de salto alto e cantar vitória antes do tempo”, disse Dilma, ressaltando que a marca de sua campanha será a conversa com o povo e a demonstração de suas propostas de governo.

Já os anfitriões baianos estavam muito mais confiantes e não tiveram medo de mostrar que os números da sondagem dão vantagem real à Dilma. Segundo o candidato ao Senado Walter Pinheiro, a pesquisa CNI/Ibope revela que Dilma, além de ficar mais conhecida, também tem seu projeto calcado na continuidade do governo Lula aprovado pelos brasileiros. Além disso, demonstra claramente que a campanha de Dilma é a que tem a melhor ‘pegada”, refletiu.

Jaques Wagner, por sua vez, preferiu apelar para a superstição que é típica da Bahia. Para ele, o Estado dá sorte a Dilma. “Da última vez que ela esteve aqui, em 16 de maio, ela estava com 35% de votos e era segunda nas pesquisas. Agora, um mês e 10 dias depois, ela está de volta aqui e é líder com 40%”. Em seu discurso, a ex-ministra concordou, mas afirmou que, para ela, eleição não pode ser uma questão de “numerologia”.

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