Dilma diz não ter poder para reverter desvantagem de aliados nos Estados

Candidata do PT prometeu empenho para ajudar Fernando Pimentel e Aloizio Mercadante, mas, disse que não descuidará de outros

Andréia Sadi, iG Brasília |

Agência Estado
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, fala aos jornalistas em Brasília
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse, nesta terça-feira, que não tem pretensão nem poder para resolver a situação eleitoral nos Estados onde aliados enfrentam dificuldades, segundo as pesquisas de intenção de voto, como São Paulo e Minas Gerais. Durante entrevista coletiva em Brasília, a petista prometeu se empenhar para ajudar as candidaturas de Fernando Pimentel ao Senado por Minas, e de Aloizio Mercadante ao governo paulista, mas, sem se descuidar de outras regiões.

“Eu sou mais modesta. Cada Estado tem a sua característica. (..) Pretendo voltar ao Rio Grande do Sul, Paraná e no Norte”, ponderou.

Embalada pelo bom momento das pesquisas eleitorais, a candidata passou a ser requisitada na função de cabo eleitoral pelas campanhas estaduais do partido e da base aliada, que estão em desvantagem nas intenções de voto. Na semana passada, acompanhada pelo presidente Lula, a candidata cumpriu agenda em atos públicos em São Paulo para alavancar Mercadante.

Ao comentar o valor do salário mínimo - R$ 538,15 -, no projeto do Orçamento Geral da União para o ano que vem encaminhado, hoje, ao Congresso Nacional, Dilma disse que pretende elaborar uma proposta para os quatro anos de um eventual mandato dela em conjunto com as centrais sindicais. “Caso eu seja eleita, farei isso, ou seja, discutir com as centrais uma proposta de longo prazo, que a gente considera o período do governo, de 2011 a 2014, e um critério de reajuste”, afirmou.

A ex-ministra da Casa Civil disse que seria uma “leviandade” prever um novo valor para o mínimo em caso de um governo petista.

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