Denúncias têm cunho político-eleitoral, diz assessor do Planalto

Marco Aurélio Garcia afirma que caso que atinge Casa Civil é utilizado como arma de campanha, mas não traz reflexo para Dilma

Agência Estado |

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As denúncias que atingem a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, têm "conotação político-eleitoral", disse hoje o assessor para assuntos internacionais do Palácio do Planalto e coordenador da campanha de Dilma Rousseff à Presidência, Marco Aurélio Garcia. "É evidente que tem uma conotação político-eleitoral, independentemente de ser pertinente ou não a denúncia", afirmou.

"Ela está sendo utilizada para fins eleitorais. Tanto é verdade que a oposição está utilizando isso como uma arma de campanha."

Para Marco Aurélio, o episódio não traz reflexo na campanha de Dilma Rousseff. "A eleição vai se travar em torno de questões de caráter programático. Sobre isso, grande parte do eleitorado brasileiro tem opinião formada. Se ele mudar de opinião, acho que mudará em função de questões desse tipo", comentou.

Em nota à imprensa, a ministra Erenice Guerra considerou mentirosas as informações publicadas na revista Veja e atacou o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, a quem chama de "aético" e derrotado" .

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