Candidato do PV elogia saída de Quércia e sugere o mesmo a Tuma

Segundo Ricardo Young, Romeu Tuma (PTB), que também está doente, precisa "ser honesto e transparente com seus eleitores"

Rodrigo Rodrigues, iG São Paulo |

Mesmo tendo apenas 2% das intenções de voto na última pesquisa Datafolha para o Senado Federal, o candidato do PV, Ricardo Young, se diz otimista com a renúncia o peemedebista Orestes Quércia da corrida pelo Senado. Ele comemorou a desistência do ex-governador de São Paulo e disse que o mesmo deveria acontecer com o candidato Romeu Tuma (PTB):

“O Tuma está gravemente doente e o maior problema dele vir a ser eleito é que ele está conduzindo seus eleitores para o suplente. Como já disse várias vezes, no Brasil dos suplentes são escolhidos de forma completamente antidemocrática e oportunista pelos partidos”, declarou o candidato do PV. “Creio que o Tuma terá a mesma coragem e dignidade do Quércia, de ser honesto e transparente com seus eleitores e dizer ‘votem em outras pessoas porque não vou poder levar a cabo a confiança que você eleitor tá depositando em mim’”, afirmou Young.

Reprodução
O empresário Ricador Young, candidato ao Senado por São Paulo na chapa de Marina Silva (PV). Para ele, "Tuma precisa ser honesto e transparente com seus eleitores"
O candidato do PV, que se apresenta no horário eleitoral como “o senador da Marina Silva” também aproveitou a oportunidade para criticar Moacir Franco, candidato do PSL ao Senado, que, na opinião dele, “é igual ao Tiririca”. Para Young, Moacir Franco e outros artistas “estão sendo usados apenas para puxar voto para o partido”.

“Se o eleitor quiser uma renovação clara no Senado, se quiser votar em pessoas sérias, ele precisa certamente olhar para a minha candidatura”, completou.

Por conta da ausência de Quércia na corrida pelo Senado e a possível desistência de Romeu Tuma, Young já pensa em reforçar a presença de Marina em seu programa de televisão, a fim de atrair mais votos. Como já vem acontecendo desde o início da eleição, o Partido Verde crê que a presença de Marina possa angariar pelo menos 3 milhões de votos de legenda em São Paulo, incluindo a corrida para as duas vagas ao Senado Federal.

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