Campanha de Marina terá teto de gastos de R$ 90 mi

Limite foi aprovado em convenção na manhã de hoje e será informado à Justiça Eleitoral

Agência Brasil |

A candidata do Partido Verde (PV) à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), terá uma campanha orçada em até R$ 90 milhões. Esse é o limite de gasto que foi aprovado na convenção do partido, na manhã hoje (10), e que será informado à Justiça Eleitoral, como determina a lei. A convenção também confirmou o nome da senadora como candidata ao Planalto e do empresário Guilherme Leal para o posto de vice. A aprovação formal foi feita de forma simbólica pelos delegados.

Pela manhã, o PV se concentrou nas decisões sobre a campanha e sobre o programa de governo, aprovado por unanimidade. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes, mas Marina é esperada apenas à tarde. Um dos compromissos assumidos pela campanha é o de não fazer ataques pessoais a adversários.

O PV decidiu também que o partido deve procurar ter candidatos próprios em todos os estados. Essa é uma das estratégias da legenda para aumentar a visibilidade da candidata, que terá apenas um minuto e meio de tempo de televisão no horário eleitoral gratuito.

“Se cada candidato nosso pedir voto para a Marina, se falar pelo menos o número do partido no programa de televisão, nosso tempo de televisão aumenta. Isso é muito importante”, disse o presidente do partido, José Luiz Penna. “Será um por todos e todos por um. Todos por Marina e Marina por todos”, disse o ex-coordenador da campanha da candidata, Alfredo Sirkis, ao defender as candidaturas regionais.

O partido ainda não fechou questão sobre alianças, mas a proposta mais defendida pelos convencionais é a de que o PV não se coligue com outras siglas. As alianças regionais devem ser analisadas caso a caso sob a ótica do fortalecimento de Marina. Com isso, o PV seguirá defendendo candidatura própria em estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Pernambuco.

O partido também decidiu repudiar à revisão do Código Florestal, que tem como relator o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP).

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