Aécio e Alckmin pedem votos para Serra em MT

Senador e governador eleitos fazem campanha no Mato Grosso nessa sexta-feira. Temer esteve lá em nome de Dilma

Kelly Martins, iG Mato Grosso |

Diferente do que ocorreu no primeiro turno, os candidatos à Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), não devem visitar Mato Grosso (MT) nesta campanha. As visitas esperadas pelos representantes do PSDB são do senador e do governador eleitos Aécio Neves (MG) e Geraldo Alckmin (SP).

Os dois tucanos de projeção nacional visitam o Estado nesta sexta-feira (22), conforme informação confirmada hoje por representantes de seus partidos no Estado. Aécio e Alckmin são as principais lideranças nacionais e tentam suprir a ausência de Serra no segundo turno em Cuiabá, que não chegou à capital quando visitou o Estado.

Reforço

A situação de isolamento provocou queixas por parte de alguns correligionários pelo fato da cidade ser o principal reduto eleitoral do ex-prefeito Wilson Santos (PSDB), candidato derrotado ao governo de Mato Grosso.

O coordenador geral do comitê pró-Serra no Estado, senador Jaime Campos (DEM), avalia que a presença dos líderes vai dar um "gás" na eleição e mobilizar os militantes. "O nosso candidato não vem porque tem que priorizar algumas regiões. Mas já convidamos outros aliados para reforçar a campanha e garantir a vitória."

Campos acredita que, se cada militante atrair mais um voto para o presidenciável, será possível consolidar a vitória do tucano no dia 31. Em Mato Grosso, Serra venceu Dilma com diferença de 1,22% (apenas 18.843 votos).

Michel Temer

No caso da campanha de Dilma, o PT, presidido pelo deputado federal Carlos Abicalil, contou com a presença do candidato a vice-presidente Michel Temer no último dia 14. No primeiro turno, Dilma também esteve em Cuiabá e pediu voto em favor da reeleição do governador Silval Barbosa (PMDB).

Diante do endurecimento da disputa, os coordenadores da campanha da candidata petista procuram uma brecha na agenda para tentar trazê-la novamente e mudar o quadro desfavorável, conforme acredita Carlos Abicalil.

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