Após 65 dias, filho de Aécio Neves tem alta hospitalar no Dia dos Pais

Por iG São Paulo | - Atualizada às

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Ao lado da mulher, Letícia Weber, o candidato deixou a Clínica Perinatal em Laranjeiras, Rio de Janeiro, com o filho Bernardo

O candidato à presidência do PSDB, Aécio Neves, teve motivos de sobra para celebrar o Dia dos Pais neste domingo (10). 

Ontem: Aécio sugere que Dilma mude slogan para 'Brasil de eu não sabia de nada'

Reprodução/Instagram
Aécio Neves e a mulher, Leticia Weber, deixam hospital com o pequeno Bernardo no colo, no Rio de Janeiro


No início da tarde deste domingo, o candidato deixou a Clínica Perinatal em Laranjeiras, zona sul do Rio de Janeiro, com a mulher, Letícia Weber, e o pequeno Bernardo, de dois meses, nos braços. A criança estava internada há 65 dias.

Bernardo e a irmã gêmea, Júlia, nasceram prematuros no dia 8 de junho. A menina, porém, deixou a unidade no dia 20 de julho enquanto o bebê precisou continuar internado. Na saída do hospital, o candidato ganhou flores de Manuela, 10, e Mel, 8.

"É o dia mais feliz da minha vida. Depois de 65 dias [de internação], acho que os pais que tiveram filhos lutando pela vida sabem o que estou sentindo agora. Tenho que agradecer muito a Deus, a equipe médica que cuidou dele até aqui, médicos, enfermeiros, técnicos, a todos que oraram e torceram por nós", comemorou ele.

Durante o período da internação do filho, Aécio diz ter aprendido bastante sobre a rotina das mulheres na unidade e informou que pretende propor projeto para permitir que a licença maternidade comece a contar a partir da data em que o bebê tiver alta hospitalar.

Ele afirmou também que pretende investir em programa de ampliação de leitos de UTIs para recém-nascidos na rede pública de saúde.

"Conheci muitas mães que tiveram que largar o emprego porque o tempo de permanência do menino [na UTI] foi muito longo. E vamos fazer um grande programa de ampliação dos leitos de UTI neonatal pelo Brasil afora na rede pública. Isso é essencial", explicou.

Fraude na Wikipédia

O candidato também falou sobre a denúncia de que a rede de internet do Palácio do Planalto foi usada para alterar o perfil dos jornalistas Mirian Leitão e Carlos Sardenberg na Wikipédia, classificando o episódio como "demonstração de autoritarismo" .

"Essa visão de que setores do PT têm de que são donos do Estado acaba ultrapassando todos os limites, começam a querer ser donos da vida das pessoas", afirmou ele.

"Essa é uma arma deles e espero, vencendo as eleições, estabelecer uma relação republicana do governo federal. Espero que a presidente da República ajude nessas apurações, porque se não vamos ter que trocar o slogan do governo para “o governo em que ninguém sabe de nada”

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