Corte eleitoral do Estado determinou retirada dos suspeitos de cadastro nacional. No entanto, TRE afirmou que direito de voto é soberano e vetou decisão

Logo após a instalação da corte eleitoral em Minas Gerais, às 8h deste domingo, já foi julgado um caso de possível transferência irregular de título eleitoral de 13 pessoas em Arantina, município da zona da mata mineira.

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A Justiça Eleitoral entendeu que a transferência infringiu a legislação e determinou a retirada do nome deles do cadastro de eleitores. 

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Porém, os desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) entenderam que o direito ao voto é soberano e deve ser preservado, mesmo nos casos que estiverem sub-júdice. Com isso, o cancelamento do cadastro foi negado.


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