Wizard nega discriminação a ex-aluna cega em Minas Gerais

Escola de línguas nega que tenha se recusado a matricular estudante deficiente visual

Denise Motta, iG Minas Gerais |

Responsável pela Wizard de Guaxupé, no sul de Minas Gerais, Fernando Cavalheiro se manifestou nesta segunda, dia 14, a respeito de reportagem publicada pelo iG , denunciando discriminação a Joice Fernanda Martins Guerra, de 28 anos, ex-aluna com deficiência visual manifestou interesse em se matricular em aulas de espanhol e francês. De acordo com Cavalheiro, ocorreu um mal-entendido entre a escola e a aluna, pois a Wizard não negou matrícula à deficiente visual, pediu apenas um prazo de dois dias para que material em braile pudesse ser verificado por ela.

"Houve um problema de comunicação. Ela queria fazer o teste de nivelamento e nós não tínhamos o material em braile naquele momento. Por isso pedimos o prazo de dois dias. Temos três alunos com deficiência visual e um com deficiência auditiva. Queríamos apenas dar um atendimento personalizado. Não queremos o dinheiro dela, mas sim ensiná-la", afirma Cavalheiro.

O responsável pela Wizard de Guaxupé também diz que a escola se preocupa com a inserção de jovens carentes e se pauta pelo respeito a todos os alunos. "O respeito com o ser humano é parte inerente de nossa filosofia. Corrobora com isso os alunos com necessidades especiais (visão e audição) que frequentam há pelo menos três anos nossa escola".

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