Estudantes comemoram prova mais fácil no segundo dia da Unicamp

Candidatos terminam prova mais cedo. Questões de ciências humanas estavam mais fáceis do que português e matemática

Marina Morena Costa, iG São Paulo |

Após realizarem no domingo uma prova exigente e analítica , os candidatos à segunda fase da Universidade de Campinas (Unicamp) enfrentaram nesta segunda-feira uma avaliação mais tranquila. Foram 24 questões dissertativas de ciências humanas.

Confira: Prova do segundo dia da segunda fase da Unicamp 2012

Amana Salles/Fotoarena
Candidatos em frente a um dos locais de prova da Unicamp em São Paulo
A Comissão Permanente para o Vestibular da Unicamp (Comvest) registrou abstenção de 11,7%. Dos 16.665 aprovados para a segunda fase, 1.955 não compareceram ao segundo dia de provas.

Para Daniel Pereira, 17, candidato a Engenharia de Produção , a prova aplicada no domingo, de português, literatura e matemática, estava “impossível”. “Hoje foi mais tranquilo. Inglês estava ridículo de fácil e em história caiu uma pergunta interessante sobre a ditadura, com uma notícia do dia em que foi proclamado o AI-5”, comenta.

Jonatan Ribeiro, de 17 anos, que presta vestibular para Artes Cênicas, diz que hoje deu tempo para fazer tranquilamente a prova. Mesmo assim, deixou algumas questões em branco. “Não tinha como enrolar, ou você sabia ou não.”

A treineira Júlia Veronese, 16 anos, disse que gostou bastante da prova e esperava que as questões estivessem mais difíceis. “As perguntas de história estavam legais, não era uma prova cansativa. Geografia estava bastante relacionada à realidade, tinha uma pergunta sobre como faremos para alimentar os 7 bilhões de habitantes outra sobre a Amazônia e os conflitos envolvendo as bacias hidrográficas”, conta a estudante que quer prestar Medicina no ano que vem.

Julia criticou o fato de haver três questões sobre os Estados Unidos. “Achei massivo, poderiam ter falado mais do Brasil”, disse.

Guilherme Machado, 20 anos, candidato a Engenharia de Computação , já foi aprovado na faculdade particular Mauá, mas prefere passar na Unicamp. “O grau de dificuldade da prova de hoje era bem menor. Estava menos cansativa.” Dafne Zanata, 18 anos, concorda. “Ontem estava mais difícil, porém hoje tinha que escrever muito”, diz a candidata a uma vaga em Linguística .

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