USP discute modificar eleição para reitor

Conselho discute propostas que ampliam a quantidade de eleitores

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A Universidade de São Paulo (USP) está discutindo mudanças no seu sistema de eleição para reitor. As propostas foram apresentadas e debatidas na última reunião do Conselho Universitário, que ocorreu na tarde da última terça-feira (9). O encontro também trouxe propostas de modificação do programa de inclusão social da instituição.

Segundo professores, alunos e funcionários que participaram da reunião, entre as propostas duas se destacam: a instalação de um processo de eleições diretas, com mudanças na estatuinte da USP, e a realização do pleito em um único turno, com um colégio eleitoral de cerca de 1,8 mil pessoas - o que incluiria membros das congregações da universidade.

"É importante isso ser resolvido logo, porque, se demorar mais um ano, pode coincidir com a eleição do novo reitor", afirma o professor titular de Ética e Filosofia Política, Renato Janine Ribeiro.

Atualmente, a eleição para reitor na USP ocorre da seguinte forma: no primeiro turno, cerca de 1.925 eleitores, entre alunos, funcionários e professores (a maioria), votam em três nomes, para chegar a oito. No segundo turno, apenas 330 eleitores, que são membros do Conselho Universitário e dos conselhos centrais, escolhem até três nomes da lista. Uma lista tríplice é encaminhada ao governador do Estado, que aponta o novo reitor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .

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