Professores que não são contratados eram obrigados a deixar o cargo após 12 meses, mesmo que fosse no meio o ano letivo

A Secretaria de Educação de São Paulo mudou as regras de contratação de professores temporários, que são quase metade dos que trabalham na rede estadual de ensino. O contrato feito por 12 meses passa a pode ser expandido até o fim do ano letivo vigente. Assim professores contratados em março não são obrigados a cumprir uma quarentena fora do sistema em pleno ano letivo, o que deixava alunos sem professor.

“Os serviços prestados pelos docentes temporários nos termos atuais não devem ser interrompidos, sob a pena de se comprometer todo o trabalho pedagógico em curso. Há também que se possibilitar o prosseguimento da contratação de um ano para o outro, para se ter condição de suprir ausência de professores com substitutos, admitidos sob as novas condições”, afirmou o Secretario Paulo Renato Souza. “As novas medidas vêm ao encontro dos pedidos dos professores temporários, uma reivindicação que achamos justa e estamos atendendo com a nova lei”, complementou.

Enquanto os professores ficavam impedidos de assinar um novo contrato temporário, muitas classes ficavam sem aulas.

O projeto foi encaminhado em novembro deste ano pelo Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação e publicado nesta quarta-feira (02) no Diário Oficial passando a vigorar imediatamente

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