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    <title>Último Segundo :: Educação</title>
    <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/</link>
    <description>Educação</description>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:21:42 -0300</pubDate>
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    <copyright>Copyright Sistemas Web - Internet Generation. Todos os direitos reservados.</copyright>
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      <title><![CDATA[Último Segundo :: Educação]]></title>
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    <item>
      <title><![CDATA[Inadimplência em escolas particulares sobe para 14,3% na capital paulista]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/11/06/inadimplencia+em+escolas+particulares+sobe+para+143+na+capital+paulista+9034980.html</link>
      <description>SÃO PAULO &#x96; A inadimplência nas escolas particulares da capital paulista subiu para 14,3% em setembro deste ano. No mesmo mês de 2008, o índice foi de 9,8%, de acordo com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp). A média de inadimplência no Estado ficou estável, em 9,73%. &#x93;Esperávamos um nível maior por causa da crise&#x94;, diz o presidente do Sieesp, Benjamin Ribeiro da Silva. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingsnalvesdesktopinadimplencia_2009.xls" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Veja a tabela com a inadimplência em São Paulo em 2009&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingsnalvesdesktopinadimplencia_2007_2008.xls" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;Veja as tabelas com a inadimplência em São Paulo em 2007 e 2008&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Os dados comparativos foram apresentados nesta sexta-feira pelo sindicato durante uma reunião com mantenedores de escolas particulares de Sorocaba, no interior paulista. As informações foram fornecidas por instituições privadas de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio de todo o Estado, segundo o sindicato.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;IMG src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingsnalvesdesktop400.jpg"&gt;&lt;BR&gt;&lt;EM&gt;O presidente do Sieesp, Benjamin Ribeiro da Silva, em Sorocaba / AE&lt;BR&gt;&lt;/EM&gt;&lt;/A&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;TR&gt;&lt;TD&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A menor média ficou no Grande ABC, com 6,1%. Já a cidade de Bauru registrou o maior índice do Estado, com 14,36% de maus pagadores. &#x93;É insustentável porque isso acaba impactando no custo da mensalidade. Quem acaba pagando pelo mau pagador é o bom pagador&#x94;, defende Silva. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O presidente da Sieesp ressalta que o repasse do valor não recebido pelas instituições privadas aos demais alunos se deve, em grande parte, à lei 9870/99, que define que o estudante não pode sofrer qualquer sanção acadêmica, ainda que inadimplente. &#x93;A lei proteje por um ano os inadimplentes&#x94;, explica. Silva defende que A proposta o desligamento do aluno possa ser feito ao final do semestre que se verificar a inadimplência, mesmo que o curso seja anual.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A mudança proposta pelo sindicato virou o projeto de lei 1042/07, do deputado Márcio França (PSB-SP). Para tornar-se lei, o PL precisa ser votado em plenário no Senado e, depois, ser sancionado ou vetado pelo presidente. &#x93;Estamos aguardando a votação desse projeto&#x94;, afirma Silva. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;Escolas reajustam mensalidade escolar. Assista abaixo:&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;BR&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Saiba mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=mensalidade"&gt;mensalidade&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:14:07 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/11/06/inadimplencia+em+escolas+particulares+sobe+para+143+na+capital+paulista+9034980.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Professores de SP protestam contra faixas salariais]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/20/professores+de+sp+protestam+contra+faixas+salariais+8893952.html</link>
      <description>Cerca de 200 professores da rede estadual de ensino paulista realizam um protesto, hoje, em frente à Assembleia Legislativa. Eles são contra a aprovação de um projeto de lei que propõe reajuste salarial apenas para alguns docentes. Segundo a Polícia Militar, a manifestação é pacífica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a proposta beneficiará apenas os 20% melhores em cada faixa salarial, de acordo com o desempenho dos profissionais em uma avaliação. O Projeto de Lei Complementar número 29, de 2009 (PLC 29), será votado nesta tarde.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para o Apeoesp, o governo precisa, primeiramente, incorporar as gratificações e repor as perdas salariais da categoria. </description>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 16:17:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/20/professores+de+sp+protestam+contra+faixas+salariais+8893952.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Universidades americanas e britânicas dominam ranking mundial]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/08/universidades+americanas+e+britanicas+dominam+ranking+mundial+8773970.html</link>
      <description>&lt;P&gt;LONDRES&amp;nbsp;- Os centros de ensino dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha dominam o ranking das 200 melhores universidades do mundo publicado nesta quinta-feira. &lt;/P&gt;&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;STRONG&gt;Ricardo Lombardi&lt;/STRONG&gt;: &lt;A href="http://ricardolombardi.ig.com.br/the-times-sai-o-ranking-2009-das-melhores-universidades-do-mundo-usp-esta-fora" target=_top&gt;USP sai de ranking das 200 melhores universidades&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A Universidade de Harvard mantém a liderança da classificação divulgada pelo jornal britânico The Times, seguida pela britânica Cambridge e pela americana Yale, que inverteram as posições em relação à lista anterior.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em quarto aparece o University College de Londres, seguido de um empate no quinto lugar entre o Imperial College de Londres e Oxford, que caiu um posto, e outras 10 instituições americanas, incluindo Princeton e Columbia.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O primeiro centro fora dos territórios americano ou britânico a aparecer na lista é a Universidade Nacional da Austrália, na 17ª posição. E o primeiro sem ser de língua inglesa é o Instituto Federal de Tecnologia (ETH) de Zurique (Suíça), no 20º posto.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;A única representante da América Latina na lista é a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM0), que aparece na 190ª posição, uma queda de 40 posições em relação a 2008.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=universidades" target=_top&gt;universidades&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Oct 2009 08:05:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/08/universidades+americanas+e+britanicas+dominam+ranking+mundial+8773970.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[ProUni oferecerá bolsas de estudo na Espanha]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/05/prouni+oferecera+bolsas+de+estudo+na+espanha+8746937.html</link>
      <description>Salamanca (Espanha), 5 out (EFE).- Aproximadamente 40 estudantes brasileiros de baixa renda estudarão na Universidade de Salamanca (USAL) assim que esta instituição e o Ministério da Educação do Brasil assinarem um convênio em novembro. O anúncio foi feito hoje pelo diretor do Centro de Estudos Brasileiros da USAL, Gonzalo Gómez Dacal. Em entrevista coletiva, ele disse que a Universidade de Salamanca se tornará a única fora do Brasil a formar jovens carentes desse país.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   O acordo entre as partes será firmado no âmbito do Programa Universidade para Todos, implementado pelo Governo de Luiz Inácio Lula da Silva e que busca facilitar o acesso de brasileiros pobres à educação universitária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;	   Além dessa iniciativa, a partir do ano letivo 2010-2011, a USAL pretende oferecer um mestrado de estudos brasileiros, cujo conteúdo ficaria a cargo da Universidade de Salamanca e de uma instituição acadêmica do Brasil. EFE 	   npg/sc </description>
      <pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:20:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/05/prouni+oferecera+bolsas+de+estudo+na+espanha+8746937.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Sinopse de imprensa - Empresa responsável por realização do Enem é alvo de 354 ações na Justiça]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/03/sinopse+de+imprensa+++empresa+responsavel+por+realizacao+do+enem+e+alvo+de+354+acoes+na+justica+8729967.html</link>
      <description>SÃO PAULO - A empresa FunRio, uma das integrantes do Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel), responsável pela realização do Enem, é alvo de 354 procedimentos jurídicos que tramitam na primeira instância da Justiça no Rio de Janeiro. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo". &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/02/mec+vai+se+encontrar+com+55+ministos+na+proxima+semana++8729957.html" target=_top&gt;MEC vai se encontrar com 55 reitores na próxima semana&lt;/A&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A id=brtpLinkChamadaNoticia1 title="Não houve fragilidade na segurança, diz consórcio" href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/02/nao+houve+fragilidade+na+seguranca+do+enem+diz+consorcio+8725099.html" target=_top&gt;&lt;SPAN id=brtpOlhoChamadaNoticia1&gt;"Não houve fragilidade na segurança", diz consórcio&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;BR&gt;Segundo a publicação, a maior parte dos processos se refere a mandados de segurança e antecipações de tutela em concursos, mas há, também, ações indenizatórias por danos morais e materiais.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O processo seletivo para o Corpo de Bombeiros do Rio, organizado pela empresa em 2008, é objeto de inquérito porque, segundo promotores, o Ministério Público recebeu reclamações de candidatos sobre o modo de aplicação da prova, a realização dos testes físicos e a clareza sobre os locais de aplicação das provas teóricas, entre outras queixas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Procurado pelo jornal, o secretário executivo da Funrio, Azor José de Lima, disse que a maioria das 354 ações que a empresa responde na Justiça está relacionada a esse concurso do Corpo de Bombeiras. "Não temos nenhuma ação que quesione o vazemento da prova", afirmou ele.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=enem"&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Enem&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 03 Oct 2009 06:48:28 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/03/sinopse+de+imprensa+++empresa+responsavel+por+realizacao+do+enem+e+alvo+de+354+acoes+na+justica+8729967.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Sinopse de imprensa: Dono de pizzaria tentou intermediar venda de prova]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/02/sinopse+de+imprensa+dono+de+pizzaria+tentou+intermediar+venda+de+prova+8719966.html</link>
      <description>SÃO PAULO -&amp;nbsp;O proprietário da Donna Pizzaria &amp;amp; Restaurante, Luciano Rodrigues, entrou em contato telefônico com a Redação do jornal &#x93;Folha de S. Paulo&#x94; apresentando homens que dizia estarem de posse de um caderno de questões do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) a quatro dias da prova. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/mec+publica+na+internet+questoes+de+prova+de+enem+cancelada+veja+aqui++8717092.html"&gt;MEC publica questões de prova do Enem cancelada&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com o jornal, Luciano tentou intermediar a venda da prova. Um dos homens citado pelo dono da pizzaria chegou a entrar em contato com a Redação por volta das 23h40 desta quinta-feira, marcando um encontro com a reportagem, mas não apareceu. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O jornal "O Estado de S. Paulo", que divulgou primeiro a notícia sobre o vazamento da prova, informou que os homens pediram R$ 500 mil pelo material. Em reportagem publicada ontem, o jornal disse que não pagou pelo exame. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Por conta da denúncia e da forte suspeita de fraude, o exame foi cancelado pelo ministro da Educação Fernando Haddad e deverá ser realizado no prazo de 45 dias.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia também:&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/grafica+nega+responsabilidade+e+diz+vai+enviar+gravacoes+ao+mec+8717083.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Gráfica nega responsabilidade e diz vai enviar gravações ao MEC&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt; &lt;/FONT&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/adiamento+do+enem+pode+alterar+vestibulares+do+pais+8717060.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Adiamento do Enem pode alterar vestibulares do País&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/com+cancelamento+do+enem+saiba+o+que+o+mec+recomenda+aos+estudantes+8715919.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Saiba o que o Ministério da Educação recomenda aos estudantes&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/locais+de+provas+do+enem+devem+mudar+segundo+inep+8716027.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Locais de provas do Enem devem mudar, segundo Inep&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/nova+prova+do+enem+sera+em+novembro+8716031.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Nova prova do Enem será em novembro, afirma ministro&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/10/01/com+adiamento+do+exame+resultado+final+do+enem+2009+deve+sair+no+comeco+de+fevereiro+8715914.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Resultado final do Enem 2009 deve sair no começo de fevereiro&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/noticia/2009/10/01/universidades+federais+mantem+confianca+no+mec+diz+andifes+8712141.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Universidades estudam medidas para não atrasar vestibular&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/noticia/2009/10/01/comissao+de+educacao+do+senado+que+ouvir+haddad+sobre+vazamento+de+prova+do+enem++8715936.html" target=_top&gt;&lt;FONT color=#0066ff&gt;Senado que ouvir Haddad sobre vazamento de prova do Enem&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;BR&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=enem"&gt;&lt;FONT color=#0033ff&gt;Enem&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P class=minnot&gt;&#x9b; &lt;A title="MINHA NOTÍCIA" href="http://minhanoticia.ig.com.br/" shape=rect&gt;&lt;FONT color=#449ac9&gt;Você tem mais informações? Envie para Minha Notícia, o site de jornalismo colaborativo do iG&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 02 Oct 2009 06:29:23 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/02/sinopse+de+imprensa+dono+de+pizzaria+tentou+intermediar+venda+de+prova+8719966.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Ministério da Educação cancela Enem após vazamento do exame]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/01/ministerio+da+educacao+cancela+enem+apos+vazamento+do+exame+8712120.html</link>
      <description>SÃO PAULO - O vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) levou o Ministério da Educação a cancelar, na madrugada desta quinta-feira,&amp;nbsp;a prova que seria aplicada no fim de semana para 4,1 milhões de candidatos em 1,8 mil cidades do País. A decisão foi tomada pelo ministro Fernando Haddad após ter sido alertado pela reportagem do&amp;nbsp;jornal "O&amp;nbsp;Estado de S. Paulo"&amp;nbsp;sobre a quebra do sigilo do exame. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, ao jornal&amp;nbsp;por volta da 1h. &lt;P&gt;Na&amp;nbsp;tarde de quarta-feira, 30, o jornal foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. "Isto aqui é muito sério, derruba o ministério", afirmou o homem.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O ministro da Educação, Fernando Haddad, que diz nunca ter tido acesso ao conteúdo da prova, confirmou o vazamento ao consultar técnicos do Inep, órgão do ministério responsável pelo Enem.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Encontro &lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Funcionários do jornal encontraram o homem que havia telefonado para a redação na zona oeste de São Paulo.&amp;nbsp;Ele estava acompanhado de outra pessoa.&amp;nbsp;Os dois&amp;nbsp;disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas. Ele afirmou que recebeu o material "de Brasília, de gente do Inep, do MEC". Disse que viu na situação a oportunidade de ganhar dinheiro e que não tinha motivação política.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Seu companheiro, mais incisivo, cobrou o tempo todo da reportagem uma posição sobre o pagamento dos R$ 500 mil. "Isto aqui é muito grande, eu não quero correr o risco de morrer por nada." Diante da negativa da reportagem, ele se impacientou. "A gente vende isto aqui até por mais dinheiro", disse, revelando a intenção de procurar emissoras de TV.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Novo exame&lt;/STRONG&gt; &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O MEC tem uma outra versão da prova do Enem pronta para substituir a que foi cancelada. A expectativa do ministério é realizar o exame em 45 dias. Como a metodologia do Enem exige que as questões sejam pré-testadas, o Inep tem um banco com cerca de 1,8 mil delas. O exame mudou este ano para funcionar como vestibular unificado nacional: 24 universidades federais tinham abolido seus processos seletivos em favor do novo Enem.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=enem"&gt;Enem &lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 01 Oct 2009 04:53:14 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/10/01/ministerio+da+educacao+cancela+enem+apos+vazamento+do+exame+8712120.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Câmara aprova medida que libera recursos para Educação]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/30/camara+aprova+medida+que+libera+recursos+para+educacao+8712105.html</link>
      <description>BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, em segundo turno, a Proposta de Emenda a Constituição que reduz gradativamente o percentual de incidência da Desvinculação de Receitas da União (DRU) sobre os recursos destinados à Educação.&lt;P&gt;Atualmente, 20% dos impostos e contribuições destinados à área podem ser redistribuídos pelo governo por meio do mecanismo da DRU. A proposta prevê incidência de índice de 12,5% em 2009 e de 5% em 2010, sendo nula em 2011. Com a redução, a expctativa é que, em 2009, sejam garantidos R$ 7 bilhões a mais para a Educação e, a partir de 2011, o montante seria de R$ 10,5 bilhões.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Com a conclusão da votação na Câmara, a matéria segue para avaliação do Senado. Logo após a aprovação entre os deputados, a autora da proposta, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), solicitou rapidez na votação no Senado. &#x93;A matéria recebeu uma votação expressiva, com 390 votos a favor e 3 abstenções&#x94;, destacou a senadora.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Foi acrescentado ao texto dispositivo que estende a obrigatoriedade da educação básica gratuita para pessoas na idade de 4 e 17 anos. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:11:31 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/30/camara+aprova+medida+que+libera+recursos+para+educacao+8712105.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[MEC nega que haja confusão na distribuição de alunos do Enem]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/28/mec+nega+que+haja+confusao+na+distribuicao+de+alunos+do+enem+8695954.html</link>
      <description>O Ministério da Educação (MEC) negou, em nota, nesta segunda-feira, que existam problemas com a alocação de participantes do&amp;nbsp;Exame Nacional do Ensino Médio&amp;nbsp;(Enem) 2009 em São Paulo. Neste fim de semana, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) havia admitido à Agência Estado a existência de &lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/09/27/governo+admite+erro+na+logistica+do+enem+em+sp+8671942.html" target=_top&gt;erro de logística na distribuição dos alunos&lt;/A&gt;. &lt;P&gt;Na nota, o MEC disse que &#x93;não existe problema generalizado com a alocação de participantes do Enem 2009. Também não há possibilidade de que inscritos tenham sido acomodados em municípios diferentes daqueles escolhidos no ato da inscrição&#x94;. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O ministério afirma, no entanto, que cerca de 400 inscritos teriam cometido equívocos durante suas inscrições, o que teria obrigado o órgão a relocá-los posteriormente.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com o Inep, haveria uma distância acima do padrão habitual que alguns participantes teriam que percorrer para realizar a prova. O MEC entende esses casos são &#x93;exceções&#x94; pois totalizam apenas 200. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;SPAN id=brtpTexto&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;o=IG&amp;first_o=IG&amp;q=enem" target=_top&gt;Enem&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 28 Sep 2009 19:31:07 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/28/mec+nega+que+haja+confusao+na+distribuicao+de+alunos+do+enem+8695954.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Médico formado no exterior poderá fazer prova para habilitar diploma]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/17/medico+formado+no+exterior+podera+fazer+prova+para+habilitar+diploma+8501971.html</link>
      <description>Médicos formados no exterior e interessados em exercer a profissão no Brasil poderão, a partir de 2010, submeter-se a uma prova para reconhecimento do diploma. Uma portaria conjunta dos ministérios da Educação (MEC) e da Saúde lançou um projeto piloto que prevê a alternativa ao método atualmente usado, que é de análise dos currículos. Com a medida, o governo espera reduzir a longa fila enfrentada pelos profissionais que querem atuar no País. Um processo atual demora, em média, cinco anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A portaria prevê a realização de prova, aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do MEC, dividida em uma fase escrita e outra prática. Para se candidatar ao processo é preciso que alguns requisitos sejam preenchidos, como reconhecimento do curso no país de conclusão e carga horária mínima. A prova também poderá ser feita por estrangeiros, desde que em situação regular no País. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A estratégia é uma resposta à crescente demanda provocada por brasileiros que vão para o exterior estudar Medicina. Não há números precisos, mas o governo calcula que cerca de 6 mil profissionais aguardem a revalidação do diploma. Para garantir a análise de seus processos, candidatos chegam a recorrer a medidas judiciais. As informações são do &lt;b&gt;Jornal da Tarde.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt; AE&lt;/i&gt; </description>
      <pubDate>Thu, 17 Sep 2009 15:23:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/17/medico+formado+no+exterior+podera+fazer+prova+para+habilitar+diploma+8501971.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Inscrições para Unesp e Cásper Líbero começam hoje]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/08/inscricoes+para+unesp+comecam+hoje+8314932.html</link>
      <description>Estão abertas a partir desta terça-feira as inscrições para o vestibular da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Cásper Líbero. Pela Unesp são oferecidas 6.394 vagas em 153 cursos, divididos em 18 cidades. Os interessados devem se inscrever pelo &lt;A href="http://www.vunesp.com.br/" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;site da Vunesp&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt; até o dia 2 de outubro. A taxa de inscrição neste ano é de R$ 110, porém, os alunos de último ano do ensino médio da rede pública do Estado de São Paulo pagam uma taxa de R$ 27,50. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://educacao.ig.com.br/us/2009/09/08/usp+amplia+numero+de+vagas+para+arquitetura+e+urbanismo+8302945.html" target=_top&gt;USP amplia número de vagas para Arquitetura e Urbanismo&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; &lt;P&gt;As provas serão realizadas em duas etapas. A primeira, de conhecimentos gerais, será aplicada no dia 8 de novembro e terá 90 questões de múltipla escolha. O resultado obtido pelo aluno no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 poderá compor a nota da prova de conhecimentos gerais. A segunda fase, com questões discursivas e redação, está marcada para os dias 20 e 21 de dezembro. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Cásper Líbero&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Também nesta terça-feira, começam as inscrições para o vestibular da Faculdade Cáper Líbero. A taxa de inscrição é de R$ 115,00 e pode ser paga em qualquer agência ou pela internet. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;De acordo com a Cásper Líbero, o uso da nota do Enem no vestibular é opcional. As inscrições, que devem ser &lt;STRONG&gt;&lt;A href="http://www.fuvest.br/index.html" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;feitas pelo site&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;&lt;/STRONG&gt;, serão encerradas dia 30 de outubro. A prova será realizada no dia 6 de dezembro deste ano.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;B&gt;Fuvest&lt;/B&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Já as inscrições para o vestibular da Fuvest serão encerradas na próxima sexta-feira, dia 11 deste mês. Elas também podem ser feitas por meio do &lt;A href="http://www.www.fuvest.com.br/" target=_blank&gt;&lt;STRONG&gt;site da Fuvest&lt;/STRONG&gt;&lt;/A&gt;. A taxa de inscrição é de R$ 100. Ela poderá ser paga pela internet ou em bancos até a próxima segunda-feira, desde que o boleto tenha sido gerado até sexta. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A primeira fase da Fuvest será realizada em um único dia; 22 de novembro. A segunda fase terá três provas de caráter analítico-expositivo, entre os dias 3 e 5 de janeiro de 2010. Na segunda fase, os candidatos responderão a um total de 42 questões e elaborarão uma redação, independentemente da carreira escolhida (com exceção para candidatos inscritos nas duas carreiras da Polícia Militar).&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=IGEDUCACAO&amp;q=unesp" target=_top&gt;Unesp&lt;/A&gt; - &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=IGEDUCACAO&amp;q=fuvest" target=_top&gt;Fuvest&lt;/A&gt;&lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 08 Sep 2009 09:40:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/09/08/inscricoes+para+unesp+comecam+hoje+8314932.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Nove instituições de ensino superior podem ser descredenciadas pelo MEC]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/nove+instituicoes+de+ensino+superior+podem+ser+descredenciadas+pelo+mec+8185979.html</link>
      <description>BRASÍLIA - Nove instituições de ensino superior que em 2007 obtiveram nota 2 no Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC) estão na &#x93;malha fina&#x94; do Ministério da Educação (MEC). As comissões de avaliação que visitam as universidades após o baixo desempenho do IGC confirmaram as más condições de oferta do ensino. No índice divulgado&amp;nbsp;esta segunda-feira, essas instituições também obtiveram o conceito 2, considerado insatisfatório. Uma delas já foi descredenciada. &lt;UL&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pigc_embargos.xls"&gt;Veja o ranking das instituições de ensino divulgado pelo MEC&lt;/A&gt; &lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/apenas+1+das+universidades+avaliadas+pelo+mec+obtem+conceito+maximo+de+qualidade+8185965.html"&gt;Só 1% das instituições obtém conceito máximo em avaliação do MEC&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt; &lt;P&gt; &lt;/P&gt; &lt;P&gt;O IGC atribui notas às faculdades e universidades que são divididas em faixas de 1 a 5, levando em consideração a nota dos alunos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e outros fatores como o corpo docente e a infraestrutura. Após essa etapa, uma equipe faz uma avaliação in loco para confirmar ou não a nota do IGC. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;No grupo das nove instituições, a Faculdade Cidade de João Pinheiro (MG) já foi descredenciada. Segundo a secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Bucci, havia &#x93;tantas irregularidades&#x94; na oferta do ensino que não foi possível firmar um termo de sanamento que pudesse resolver a situação. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;As outras instituições entraram com recurso na Comissão Técnica de Acompanhamento e Avaliação (CTAA) do MEC para revisão da nota obtida após a avaliação presencial. Se o IGC for confirmado pela comissão técnica, essas universidades ficam impedidas de abrir novos cursos ou ampliar as vagas nos já existentes. Também será exigido que essas instituições assinem termos de saneamento com o ministério para melhorar a qualidade do ensino oferecido. &lt;/P&gt; &lt;P&gt; &lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt; &lt;TBODY&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Agência Brasil&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 300px" alt="O ministro da Educação, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Índice Geral de Cursos (IGC)" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/422/171/70/6239375.fernando_haddad_brasil_300_419.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt; &lt;TR&gt; &lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;O ministro da Educação, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Índice Geral de Cursos (IGC)&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;As oito instituições que estão nessa situação são o Centro de Ensino Superior de Valença (RJ), a Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (SP), a Faculdade de Educação Física de Foz do Iguaçu (PR), a Escola Superior de Educação Física de Alta Paulista (SP), a Faculdades Integradas da Terra de Brasília (DF), a Faculdades Integradas Espírita (PR), o Instituto de Ensino Superior Materdei (AM) e a Universidade Ibirapuera (SP). &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Para a secretária de Ensino Superior, &#x93;a legislação busca induzir melhorias&#x94;. Entre as medidas que a instituição pode sugerir está a contratação de mais professores mestres e doutores, reforma do projeto pedagófico, além da melhoria da infraestrutura dos campi. Se no prazo de um ano as medidas não forem aplicadas, a universidade pode ser descredenciada. &lt;/P&gt; &lt;P&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search" target=_top&gt;educação&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;   </description>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2009 18:03:28 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/nove+instituicoes+de+ensino+superior+podem+ser+descredenciadas+pelo+mec+8185979.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Só 1% das instituições de ensino superior obtém nota máxima em avaliação do MEC]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/apenas+1+das+universidades+avaliadas+pelo+mec+obtem+conceito+maximo+de+qualidade+8185965.html</link>
      <description>BRASÍLIA&amp;nbsp;- Apenas 21 entre as 2 mil instituições de ensino superior avaliadas em 2008 pelo Ministério da Educação (MEC) obtiveram nota máxima no Índice Geral de Cursos da Instituição (IGC). O indicador, que foi divulgado pela primeira vez no ano passado, atribui notas às faculdades e universidades, levando em consideração a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. De acordo com a pontuação, as instituições são classificadas em faixas que vão de 1 a 5. &lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pigc_embargos.xls"&gt;Veja o ranking das instituições de ensino divulgado pelo MEC&lt;/A&gt; &#xD;
&lt;LI&gt;&lt;A href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/nove+instituicoes+de+ensino+superior+podem+ser+descredenciadas+pelo+mec+8185979.html"&gt;Nove instituições de ensino superior podem ser descredenciadas&lt;/A&gt;&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Entre as&amp;nbsp;instituições de ensino superior&amp;nbsp;com a maior avaliação (IGC 5), 11 são públicas e dez privadas. A nota mais alta ficou com a Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape), do Rio de Janeiro, que é particular. O Instituto Tecnológico da Aeronáutica, que é federal, ficou com o segundo lugar, seguido pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), estadual. Em último lugar no ranking (com IGC 1), está a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió (FAMA), que é privada.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#xD;
&lt;TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width=0 border=0&gt;&#xD;
&lt;TBODY&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD align=right&gt;&lt;FONT size=1&gt;Agência Brasil&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;IMG style="WIDTH: 420px; HEIGHT: 300px" alt="O ministro da Educação, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Índice Geral de Cursos (IGC)" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/422/171/70/6239375.fernando_haddad_brasil_300_419.jpg" &gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&#xD;
&lt;TR&gt;&#xD;
&lt;TD&gt;&lt;FONT size=1&gt;O ministro da Educação, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Índice Geral de Cursos (IGC)&lt;/FONT&gt;&lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, o IGC foi criado para subsidiar o trabalho das comissões que fazem as avaliações in loco nas instituições. Se a visita confirmar as condições inadequadas da oferta de ensino nas instituições que obtiveram IGC 1 e 2, elas podem sofrer sanções que incluem o descredenciamento.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Dependendo da gravidade da situação, ela pode ter o número de vagas reduzidos nos cursos deficientes, a suspensão temporária ou definitiva do processo seletivo e, em último caso, o descredenciamento da instituição&#x94;, explicou.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Reynaldo Fernando, ressaltou que as medidas de saneamento só são aplicadas se a visita in loco confirmar o IGC 1 ou 2.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&#x93;Independente dos aspectos de regulação, o IGC tem uma função fundamental que é orientar o público sobre a qualidade do ensino oferecido em cada instituição&#x94;, ponderou.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Do total das instituições avaliadas, 884 (44%) obtiveram IGC 3, considerado razoável. Dezoito instituições ficaram com IGC 1 e 570 com IGC 2, considerados ruins, o que representa quase 30% do universo de entidades avaliadas.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Mais de 300 instituições ficaram sem conceito porque não houve participação mínima dos alunos de alguns cursos no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A nota da prova é um dos fatores que compõem o Conceito Preliminar de Curso (CPC), utilizado para o cálculo do IGC. O CPC também leva em conta as chamadas &#x93;variáveis de insumo&#x94;, que consideram corpo docente, a infraestrutura e o programa pedagógico. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;A AVALIAÇÃO&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Universidades com o&amp;nbsp;conceito máximo = 7&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) &#xD;
&lt;LI&gt;Fundação Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) &#xD;
&lt;LI&gt;Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) &#xD;
&lt;LI&gt;Universidade Federal de Lavras (Ufla) &#xD;
&lt;LI&gt;Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) &#xD;
&lt;LI&gt;Universidade do Triângulo Mineiro (UFTM) &#xD;
&lt;LI&gt;Fundação Universidade Federal de Viçosa (UFV)&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Faculdades&amp;nbsp;com o&amp;nbsp;conceito máximo = 14&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;UL&gt;&#xD;
&lt;LI&gt;Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (Ebape) &#xD;
&lt;LI&gt;Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) &#xD;
&lt;LI&gt;Escola Brasileira de Economia e Finanças (Ebef) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) &#xD;
&lt;LI&gt;Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Eaesp) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLMANDIC) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade Ibmec de São Paulo (Ibmec) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade de Economia e Finanças IBMEC (Faculdades Ibmec) &#xD;
&lt;LI&gt;Instituto Militar de Engenharia (IME) &#xD;
&lt;LI&gt;Instituto Superior de Educação Ivoti (Isei) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade de Administração de Empresas (Facamp) &#xD;
&lt;LI&gt;Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho (EG) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) &#xD;
&lt;LI&gt;Faculdade de Ciências Econômicas (Facamp)&lt;/LI&gt;&lt;/UL&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Centros universitários&amp;nbsp;com o&amp;nbsp;conceito máximo = 0&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Dos centros universitários, nenhum alcançou o conceito máximo. Em primeiro ficou o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC ), seguido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IF-Sul ) e&amp;nbsp;Centro Universitário Fecap (Fecap), em São Paulo.&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Leia mais sobre: &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search" target=_top&gt;educação&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 31 Aug 2009 16:51:47 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/31/apenas+1+das+universidades+avaliadas+pelo+mec+obtem+conceito+maximo+de+qualidade+8185965.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Juros do Fies caem para 3,5% ao ano em qualquer curso]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/26/juros+do+fies+caem+para+35+ao+ano+em+qualquer+curso+8108229.html</link>
      <description>O Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu hoje para 3,5% ao ano a taxa de juros paga pelos estudantes de todos os cursos dentro do Financiamento Estudantil (Fies). Em 1999, quando o programa foi criado, a taxa era de 9% ao ano. Em 2006, já houve uma redução do juro para 3,5% ao ano, mas apenas para os casos dos cursos de licenciatura e superiores de tecnologia. Para os demais, a taxa em vigor era de 6,5% até esta quarta-feira.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"Fizemos a mudança em função do novo padrão da taxa de juros brasileira, a Selic", explicou o chefe da Assessoria Econômica do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt. O financiamento é obtido pelo estudante por meio da Caixa Econômica Federal, e a nova taxa valerá apenas para os novos cursos. "Quem começou a estudar no segundo semestre deste ano provavelmente já pegou financiamento", disse. De acordo com ele, o estoque de empréstimos do Fies é de R$ 5,4 bilhões.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Financiamento de computadores&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O CMN também ajustou hoje o programa, "Um Computador por Aluno", lançado em 3 de agosto, com volume de R$ 100 milhões. Com o instrumento, o governo do Estado ou do município pode adquirir computadores para escolas públicas financiados com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Uma das principais alterações do programa tem relação com o custo, que passou de Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) com spread de 4%, para um teto limitado por este valor. "As instituições que quiserem oferecer taxas menores podem fazer isso", explicou Bittencourt. O prazo de pagamento será de 36 meses com seis meses de carência.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outra mudança aprovada pelo CMN hoje foi a da exclusão de dois itens financiáveis pelo programa: infraestrutura de redes e serviços de instalação. A retirada desses pontos foi feita, de acordo com o chefe da assessoria, por conta da difícil mensuração dos custos por causa das diferenças regionais e tecnológicas verificada nos dois casos. Além disso, o CMN explicitou requisitos para a obtenção das operações de crédito. </description>
      <pubDate>Wed, 26 Aug 2009 18:56:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/08/26/juros+do+fies+caem+para+35+ao+ano+em+qualquer+curso+8108229.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Após críticas, Fuvest muda prova de Medicina em São Paulo]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/07/09/apos+criticas+fuvest+muda+prova+de+medicina+em+sp+7206932.html</link>
      <description>Para diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, o momento é propício para mudanças&lt;P&gt;SÃO PAULO - Vestibulandos de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) não terão mais geografia como prova específica no vestibular deste ano. A decisão vale somente para o câmpus da capital. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Em Ribeirão Preto, a disciplina foi mantida. Até o concurso anterior, física, biologia e química eram as disciplinas específicas para o curso.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Em maio deste ano, a Fuvest alterou a prova, e física havia sido substituída por geografia em uma tentativa de selecionar candidatos de cultura geral ampla, privilegiando todas as áreas de conhecimento. A mudança causou polêmica e críticas entre professores e médicos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para Milton Arruda Martins, presidente da congregação de professores de Medicina do câmpus de São Paulo, física permanece para evitar mais alterações. &#x93;Estudamos uma eventual mudança no futuro, com análise calma das implicações dessa decisão&#x94;, disse. &lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;Já o diretor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Benedito Carlos Maciel, considera o momento propício a mudanças. &#x93;É hora de sinalizarmos ao aluno o que esperamos dele&#x94;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para o médico do Instituto de Psiquiatria do HC, Wagner Gattaz, manter física é consenso. &#x93;Não se trata só de conceitos físicos, mas envolve análise de dados, diagnósticos e resultados&#x94;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A decisão pode resultar em duas carreiras de Medicina na USP, uma de formação técnica, em São Paulo, e outra humanística, em Ribeirão. O diretor do curso pré-vestibular COC, Tadeu Terra, diz que ficará mais fácil para os alunos. &#x93;Eles já têm amplos conhecimentos sobre física&#x94;. As informações são do "Jornal da Tarde".&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;Leia mais sobre:&lt;/STRONG&gt; &lt;A href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=vestibular" target=_blank&gt;vestibular&lt;/A&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Jul 2009 09:14:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/07/09/apos+criticas+fuvest+muda+prova+de+medicina+em+sp+7206932.html</guid>
    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Aulas nao refletem mais a complexidade do mundo, diz pesquisador]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/aulas+nao+refletem+mais+a+complexidade+do+mundo+diz+pesquisador+5424921.html</link>
      <description>As redes sociais fechadas são só o primeiro passo. Para o pesquisador canadense em redes sociais na educação George Siemens, um dos mais respeitados na área, na sociedade interconectada em que vivemos a educação tradicional não dá mais conta de explicar as complexidades do mundo. &lt;P&gt;É preciso se jogar na rede. Ele veio na semana passada a São Paulo para participar do evento de tecnologia educacional Interdidática e concedeu a seguinte entrevista:&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Um dos conceitos que você criou é o conectivismo. O que é isso?&lt;BR&gt;SIEMENS - É como geramos conhecimento. Estamos conectados em rede no Twitter, no Facebook. A teoria baseia-se no fato de que, ao aprendermos algo, estamos transmitindo e recebendo informações.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Essa forma de aprendizado é natural ou parte da busca?&lt;BR&gt;SIEMENS - Uma vez conectados uns aos outros, o ato de aprender torna-se natural. Uma vez que você forma a sua rede pessoal de confiança, ela o ajuda no aprendizado, mostrando o que é relevante ou não.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Antes da internet, já havia essa conexão em rede, mas de forma física. O que mudou?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;SIEMENS - Há 2 mil anos, a informação já era transmitida por conexões. Se meu pai era um fazendeiro, eu deveria aprender o ofício com ele. De repente, não preciso mais contato físico. Com a internet, posso aprender com pessoas na Austrália ou no Brasil.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Como esse processo entra hoje nas escolas tradicionais?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;SIEMENS - A escola ainda traz o legado do sistema antigo. Será que ainda precisamos de um prédio físico? É mais importante hoje ensinar ao aluno a não acreditar em tudo o que lê. Mesmo as redes sociais fechadas, para educar o aluno para essa realidade, são só um primeiro passo. Uma hora será preciso cair no mundo real, onde tudo é aberto é há muito lixo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Por que essa mudança é importante? O aluno aprende melhor?&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;SIEMENS - O mundo é muito mais complexo hoje do que em toda a história. Ele é interconectado. Se um país entra em colapso financeiro, o resto do mundo sofre. As pessoas trocam informações, há preocupações mundiais como o aquecimento. Os alunos não irão entender essa complexidade tendo um professor que dê a resposta. Ninguém sabe as respostas e você só terá algumas se estiver conectado aos outros. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2009 16:16:00 -0300</pubDate>
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    </item>
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      <title><![CDATA[Reino Unido coloca redes como política de educação]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/reino+unido+coloca+redes+como+politica+de+educacao+5424914.html</link>
      <description>O Reino Unido é o local em que as redes sociais mais avançam na educação. Se no Brasil os ambientes virtuais de aprendizagem ainda dão os primeiros passos, naquele país o governo adotou como meta levar as redes a todas as escolas públicas. &lt;P&gt;A ideia, além de permitir a interação entre os estudantes, é fazer com que todos os dados dos alunos - desde histórico escolar a trabalhos realizados - estejam online num mesmo ambiente.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cada escola é responsável por escolher como se equipar tecnologicamente. O governo garante a verba. "Não forçamos nenhuma escola a nada", diz Niel McLean, diretor executivo da Becta, órgão responsável por distribuir os recursos educacionais. "Mas é desejável que todas tenham um ambiente virtual de aprendizagem. Tentamos convencê-las. Os jovens hoje estão acostumados às redes sociais. Ter esse ambiente na escola é uma forma de atraí-los para uma educação mais dinâmica."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Nesse cenário, há uma abundância de soluções, muitas parecidas com as do Brasil, outras mais avançadas. Mas são pagas. A maioria não deve em nada em recursos a redes sociais famosas como Orkut e Facebook. Além disso, permitem conectar, ao mesmo tempo, estudantes de escolas britânicas e estrangeiras e organizar toda a produção da vida escolar do aluno. Se ele mudar de colégio, os dados podem ser transferidos para a rede da nova instituição.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O maior sinal desse movimento foi conferido pela reportagem na feira de tecnologia em educação BETT Show (www.bettshow.com), a maior do mundo, realizada em janeiro em Londres. Entre centenas de estandes, empresas mostraram as últimas tendências para ambientes de aprendizagem: 1) os serviços estão cada vez mais parecidos com redes como o Orkut; 2) a ideia agora é conectar várias escolas, até de diversos países.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Além de ter um perfil virtual permanente, o aluno pode participar de grupos de discussão, postar fotos e vídeos, criar um blog e bater papo em texto e vídeo. Também é possível compartilhar arquivos entre alunos e professores. "Os ambientes estão parecidos às redes virtuais tradicionais", diz George Tomas, da empresa It´s Learning.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na prática, essas redes servem para que escolas como a Broadclyst, que fica na cidade de Devon, estimulem os alunos a compartilhar, estejam em casa, na escola ou até no hospital. "A rede ajudou quando uma aluna esteve internada. Pelo web, ela acompanhava o que acontecia na escola", conta o diretor, Jonathan Bishop. Na escola, há uma sala de aula que eles chamam "do futuro", em que todos ficam conectados e há até projetores no teto.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Outra possibilidade cada vez mais presente nesses ambientes é a de conexão com outras escolas do Reino Unido e de outros países. A Raki.ki (www.rafi.ki), por exemplo, propõe projetos conjuntos com instituições do país que adotaram o sistema e estrangeiras - essas últimas, que podem ser brasileiras, não pagam. Os projetos buscam conectar os alunos para discutir temas como pobreza, meio ambiente, etc.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O repórter viajou a convite do United Kingdom Trade &amp; Investment e do Consulado Britânico em São Paulo. &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2009 16:12:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Professor deve se transformar em 'promotor de interações']]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/professor+deve+se+transformar+em+promotor+de+interacoes+5424913.html</link>
      <description>Se os alunos estão conectados em rede e ganham maior autonomia, qual é o papel do professor? Está superado? Não, de acordo com os especialistas e professores ouvidos pela reportagem. Mas aquela figura do docente dono da informação e que ditava o que os alunos deveriam aprender, essa sim deve sumir com a popularização das redes sociais nas escolas. &lt;P&gt;Para o especialista em redes sociais na educação Augusto de Franco, da forma como estão tanto o professor como a escola estão defasados. "A escola é uma estrutura extremamente burocrática. O professor tem uma quantidade rígida de conteúdos para ensinar. Ela ainda se baseia em fazer o aluno decorar uma série de conceitos."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Para ele, a dinâmica da internet fez com que fosse mais importante saber buscar a informação do que decorá-la. É assim, diz, que os alunos irão aprender quando adultos. "E essa busca hoje é colaborativa. Alguns alunos e professores já entenderam. Mesmo que de forma clandestina, as redes vão entrando na educação. Seja por alunos que buscam por si só - e acabam destacando-se - ou por professores que já entenderam a mudança. Mas a escola continua no passado."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Em muitas escolas privadas de e públicas, a tecnologia ainda se resume a aulas na sala de informática, lembra Camila Santana, pesquisadora em pedagogia da Universidade Estadual da Bahia. "Há quem pense que é preciso ensinar Word, Excel. Mesmo alunos das públicas vão a lan houses. A web e as redes devem estar presentes em todas as disciplinas, como complemento do que é passado em aula."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Essa metodologia, diz a coordenadora de tecnologia do Colégio Dante Alighieri, Valdenice Cerqueira, também torna o ensino mais atraente aos alunos, acostumados ao dinamismo da internet. O colégio possui a sua rede - ou ambiente virtual de aprendizado. "Os alunos não têm mais paciência só para aulas expositivas. Colocá-los em rede é uma forma de atraí-los para o conteúdo, para que eles busquem o conhecimento."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A nova realidade faz com que o professor precise sair da posição de "enciclopédia humana" para tornar-se um "promotor de interações", diz Ana Vilma Tijiboy, pesquisadora em educação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. "Na web, o conhecimento está na mão de todos. Ao invés de &#x91;repassador de informações&#x92;, o professor deve preparar o aluno para escutar e respeitar a opinião do outro, de forma que, em conjunto, eles formulem dúvidas e obtenham informações."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Isso significa, diz, não se deixar levar só pelo currículo engessado. "Uma vez que o ensino seja direcionado não para a &#x91;decoreba&#x92;, mas para a pesquisa e o compartilhamento, surgem dúvidas nos alunos que vão além do planejado e que, muitas vezes, não incluem uma só disciplina. O professor tem de estar pronto para, inclusive, juntar-se a outros professores."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Uma experiência no Colégio Vera Cruz, onde será inaugurada uma rede social neste ano, mostrou justamente isso. Em 2008, foi feito um balão de ensaio em que os alunos do 3º ano do ensino médio, com informações mínimas passadas pela professora de química, deveriam se aprofundar sobre o assunto entropia por meio de um fórum, pesquisando e compartilhando informações. No final, entregariam um trabalho.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cerca de cem alunos trabalharam juntos. E não deu outra: "Os alunos se sentiram instigados e foram muito além do proposto. Um trabalho que seria de química, fez com que surgissem hipóteses que também se relacionavam à física", explica a professora Lilian Starobinas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Às vezes surgem hipóteses que nem o professor sabe responder. "As discussões fazem com que o aluno até chegue com informações que desafiam o professor. E é positivo. Não somos os donos da verdade. O professor precisa ir atrás. A internet acaba por deixar todos no mesmo nível, o de aprendizes, tanto o professor como o aluno", justifica Davi Fazzolari, professor de literatura da Escola Nossa Senhora das Graças.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para chegar a tal ponto, entretanto, aí entra a parte mais importante do processo: o de guiar o aluno. É esse papel, o de mediador, que o docente deve desempenhar, afirma George Hirata, professor de física do I.L. Peretz. "Na web é preciso provocar discussões, estimular os alunos a interagirem, alertar para que não acreditem em tudo na internet. Para engajá-los, dou pontos para quem responder corretamente às dúvidas dos colegas. Fico de olho em tudo o que acontece, mas só intervenho quando vejo que eles não conseguem resolver alguma questão. Eles precisam de autonomia."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Outro ponto necessário para que o objetivo seja alcançado é a própria estrutura da escola. "Depende que a escola motive os professores, que os docentes tenham treinamento, que os alunos estejam motivados. Há muitos professores com dificuldades. Alguns nunca irão querer. As redes crescem, mas não acho que irão virar regra", diz Fernanda Freire, pesquisadora em pedagogia da Unicamp e uma das responsáveis pelo ambiente de aprendizagem Teleduc. &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2009 16:12:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[O que é possível fazer nas redes educacionais?]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/o+que+e+possivel+fazer+nas+redes+educacionais+5424907.html</link>
      <description>INSTIGAR - A ideia dos ambientes virtuais de aprendizagem é que o aluno ganhe autonomia. Isso significa colocá-lo para discutir, além de instigar a busca por informações e, assim, fazer com que uns respondam a dúvidas dos outros e mostrem caminhos para aprender. &lt;P&gt;"A dúvida é o primeiro passo para construir o conhecimento", diz Olímpio Nóbrega, professor de química da Escola Nossa Senhora das Graças.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;FERRAMENTAS - Cada aluno tem um perfil - como no Orkut - e pode deixar recado para os outros, há fóruns de discussão e é possível bater papo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;IR ALÉM - As hipóteses sugeridas pelos alunos em discussões podem levá-los a aprofundar mais o assunto, fazendo surgir até questões relacionadas a outras matérias. "O papel do professor é ajudá-lo a achar a resposta, mesmo que sejam relacionadas a outras disciplinas", explica a pesquisadora em educação Ana Vilma Tikiboy.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;TRABALHOS EM GRUPO&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;INTERAÇÃO TODO O TEMPO - As redes permitem que os alunos organizem os trabalhos em grupo com maior facilidade para escrever ou modificar com base no que outro estudante já fez, além de permitir contato a qualquer momento com outros alunos e professores participantes da tarefa.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;FERRAMENTAS - Os ambientes virtuais de aprendizagem têm ferramentas como fóruns e chats para os alunos discutirem o trabalho, além de ser possível trocar arquivos sem precisar mandá-los por e-mail, por exemplo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;TODO MUNDO PARTICIPA - Se o professor decidir que o trabalho será feito em grupos de, por exemplo, cinco pessoas, alunos de toda a sala, da escola ou até de outras escolas (inclusive internacionais) podem acompanhar os trabalhos uns dos outros, dando pitacos. "O professor pode determinar que os alunos façam relatórios dos trabalhos dos outros. Em rede, é muito mais fácil organizar isso", explica a pesquisadora Fernanda Freire.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;AVALIAÇÕES&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;PROVA ONLINE - É possível ao professor colocar os alunos para fazer provas no ambiente virtual, de testes de múltipla escolha a propor um tema no fórum de discussão em que o aluno precise argumentar sobre um assunto ensinado na disciplina - neste caso, como estão em rede, a atividade pode envolver defender um ponto de vista entre os colegas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;FERRAMENTAS - Muitos ambientes contam, além de fóruns, com sistemas que permitem aplicar testes de múltipla escolha e que já dão a nota automaticamente ao aluno.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ponto de partida - Outra forma de avaliar os alunos é usar as redes para saber o quanto já sabem a respeito de um determinado assunto. Pelo fórum, o professor pode perguntar, por exemplo, o que é cinética. "A partir daí, se tem a noção do ponto de partida para as aulas, tanto para não ter de ensinar de novo o que já eles sabem como para não avançar muito rápido", diz Ricardo Aguiar, professor de física da Escola Nossa Senhora das Graças.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;MEMÓRIA ACADÊMICA&lt;/P&gt;&#xD;
&lt;P&gt;TRABALHOS PRESERVADOS - É possível guardar na rede, desde o ingresso na escola, os trabalhos acadêmicos dos alunos e compartilhar com toda a comunidade. "A escola produz tanto conhecimento, mas normalmente isso se perde. É possível fazer com que os trabalhos dos alunos futuros avancem a partir de onde os antigos pararam", diz a consultora em tecnologia na educação do Colégio Pueri Domus Zilda Kessel.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;FERRAMENTAS - Algumas redes permitem a cada aluno ter o histórico de todos os seus trabalhos realizados na escola, inclusive definindo se quer compartilhá-los com outros ou não.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Histórico dos fóruns - As próprias discussões feitas pelos alunos nos fóruns, podem, se mantidas, ajudar novos estudantes a partirem do ponto de onde os antigos pararam. "Quando não apagam os tópicos ao final do ano letivo, vira uma biblioteca coletiva", diz o pesquisador Adriano Costa. &lt;/P&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2009 16:09:00 -0300</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title><![CDATA[Rede põe aluno no centro do ensino]]></title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/rede+poe+aluno+no+centro+do+ensino+5423998.html</link>
      <description>O aluno não é mais só aluno. Agora também é professor. &lt;P&gt;O fenômeno das redes sociais, que alçou Orkut, Facebook, Twitter e cia. à onipresença, começa a quebrar a barreira da educação. Escolas já adotam sites que se parecem a mini-Orkuts, só que voltados totalmente ao aprendizado.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mais do que conectar alunos, há uma mudança pedagógica: se antes o professor era o dono da verdade, fonte principal da informação, agora é o aluno que está no centro. Um estudante aprende com outro estudante; o professor estimula e media.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Igor Goldstein, o garoto da foto ao lado, tem 14 anos e participa de um projeto em rede sobre astronomia com alunos de sua sala no Colégio I.L. Peretz. Eles têm de pesquisar por conta própria.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O professor, George Hirata, só intervém se não conseguirem resolver algo. "Ao tirar a dúvida de outro, você entende melhor o assunto", diz Igor. "Na sociedade em rede, é assim, colaborando, que os alunos irão aprender quando adultos", completa o professor Hirata.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Victor Tomanik, de 12 anos, é aluno do 7º ano na Escola Móbile, em São Paulo, e não está entendendo muito bem um conceito: "O que é fotossíntese mesmo?", posta na rede. Um colega logo responde: "É a forma como as plantas se alimentam." Em seguida, outro complementa: "E o processo usa a luz solar." Aí sim a ficha cai para ele.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Victor e seus colegas estão integrados a uma nova realidade que surge em escolas do Brasil e do mundo: com a ajuda da internet, o aluno, que antes era mais consumidor de informação, agora também vira produtor e transmissor. Conceitos de colaboração que se espalham na web começam a quebrar a barreira de Orkut, MSN, Wikipedia e cia. e ganhar a sala de aula.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Como na Escola Móbile, outras instituições de ensino já adotam sistemas que interligam os alunos em redes sociais voltadas para fins educacionais. Mais do que conectar virtualmente os estudantes, essas redes têm o potencial de mudar o foco da própria escola: se antes o professor era o centro do conhecimento (embora continue importante), agora é o aluno que tem a oportunidade de assumir esse papel.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Ensinar também ajuda a aprender", diz Luisa Mesquita, de 17 anos, aluna do 3º ano da Escola Nossa Senhora das Graças, no Itaim. "Quando tento explicar, preciso entender melhor. O professor ajuda, mas, em muitos casos, um aluno explicando para o outro torna a linguagem mais acessível, do jeito que a gente fala."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;"Com a web, é mais importante &#x91;aprender a aprender&#x92; do que decorar. Após sair da escola, o aluno terá de saber buscar conhecimento na rede por si só", diz Camila Santana, pesquisadora em pedagogia da Universidade Estadual da Bahia.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na Móbile, o professor Carlos Eduardo Godoy, o Amparo, montou uma rede virtual para a sua aula de ciências. Lá os alunos de 6ª e 7ª séries tiram dúvidas - as quais, muitas vezes, são respondidas pelos próprios alunos -, e montam até uma enciclopédia colaborativa. Tudo integrado às aulas.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"A ideia é potencializar a aprendizagem. Por já estarem acostumados ao Orkut, eles participam mais. Discutem, ampliam sua capacidade argumentativa", conta. Também não ficamos mais limitados ao tempo de duração das aulas. Se alguém tiver uma dúvida, ela é respondida por outros alunos a qualquer hora."&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O professor escolheu uma solução gratuita, como a maioria das utilizadas no Brasil. Essas redes - ou ambientes virtuais de aprendizagem - podem ser usadas tanto na escola como em casa. São parecidas com o Orkut: o aluno entra com login e senha. A diferença é que o professor ou a escola têm controle sobre o que os alunos fazem e quem pode participar.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Lógico que elas não substituem a aula presencial. Mas ampliam as possibilidades. No colégio Nossa Senhora das Graças, a troca entre os alunos já demonstra ter deixado a educação mais crítica. Quando um aluno pergunta algo, o professor só intervém após dois dias. Tudo para deixá-los mais independentes e autônomos.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"A ideia é tirar os alunos do lugar de espectadores. Crio discussões valendo nota para que eles argumentem. Deixo que interajam. O intuito é que tenham opiniões próprias. Não é só para repetir o que eu disse", diz o professor de química Olímpio Nóbrega.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;TRABALHOS EM GRUPO - Outra possibilidade que as redes abrem é a de fazer trabalhos em grupo também virtualmente. Além de agilizar as conversas, acabou aquela história de um grupo não saber o que o outro está produzindo. No Colégio Pueri Domus, os alunos do ensino médio fazem um trabalho de iniciação científica em que criam produtos e, pela rede, um estudante dá palpites no projeto dos outros.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"É positivo porque eles acabam construindo o trabalho juntos, mesmo em grupos diferentes. Um ajuda o outro com comentários como &#x91;Isso não está correto&#x92; ou &#x91;De onde você tirou essa informação?&#x92;, conta o professor de química Adalberto Castro.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para a aluna do 2º ano Juliana Yamaoka, de 16 anos, essa colaboração traz mais opiniões para os projetos. "Temos uma comunicação mais rápida, inclusive com o professor. Os alunos ajudam bastante com opiniões, mas lógico que o professor ainda é fundamental." &lt;/P&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 08 Apr 2009 16:06:00 -0300</pubDate>
      <guid>http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2009/04/08/rede+poe+aluno+no+centro+do+ensino+5423998.html</guid>
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