Rio anuncia novo programa para a Educação

Meta é alcançar as cinco primeiras posições do Ideb; subsecretários terão que fazer provas para assumir cargos

iG Rio de Janeiro |

A secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro divulgou, nesta sexta-feira (07), o novo Programa de Educação para o estado. Anunciado pelo próprio secretário estadual de Educação, Wilson Risolia,  o plano tem como principal meta alcançar as cinco primeiras posições no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2014. 

Veja a apresentação do plano

Entre as principais medidas está a valorização do professor (com seu aumento salarial) e o nivelamento para a ocupação de cargos públicos mediante provas.

O recurso usado pelo estado, anualmente, para atingir essas metas gira em torno de R$ 240 milhões, entre benefícios e bonificações.

Atualmente, a Secretaria de Estado de Educação administra 1.466 unidades escolares, que atendem 1,25 milhão de alunos e tem no corpo docente 78.252 professores ativos. Destes, aproximadamente 51 mil estão lotados nas unidades escolares.

Provas para ocupar funções estratégicas

No novo programa, até os subsecretários terão que realizar provas para ocuparem os cargos. O processo seletivo também engloba análise curricular, entrevista e treinamento.

Nas próximas semanas, trinta diretores regionais vão passar pelo processo seletivo para ocupar cargos que, em sua maioria, na gestão anterior, foram indicações. 

Outra novidade é o currículo mínimo, que dita diretrizes institucionais sobre os conteúdos, competências e habilidades a serem desenvolvidas no processo de ensino-aprendizagem em todas as escolas da rede estadual. A concepção, redação e revisão desses documentos estão sendo conduzidas por equipes disciplinares de professores da rede estadual.

A remuneração dos professores será variável, de acordo com o desempenho da escola. Serão considerados o fluxo escolar, o rendimento do aluno e a infraestrutura das escolas. O docente que conseguir atingir o limite máximo das metas poderá receber até três salários a mais por ano. O investimento poderá chegar a R$ 140 milhões.

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