Em assembleia realizada nesta terça, manifestantes insistiram na paralisação que começou há uma semana

Professores da rede municipal de São Paulo reunidos na Praça Patriarca, no centro de São Paulo, querem a continuidade da greve iniciada no dia 2 de abril. Representantes do sindicato da categoria (Simpeem) foram vaiados ao defender o retorno ao trabalho. Segundo dados da entidade, cerca de 60% dos docentes aderiram à paralisação. Na semana passada, a Secretaria Municipal de Educação falava em 10% de adesão.

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AE
Professores se manifestam contra proposta do sindicato de interromper a greve

Os professores reivindicam a antecipação dos índices de reajuste garantidos por lei para 2013 (10,19%) e 2014 (13,43%), realização de concursos públicos, redução do número de alunos por sala de aula e construção de escolas. Mais de 125 mil crianças esperam por uma vaga nas creches e pré-escolas da Capital, segundo o último levantamento da Secretaria Municipal de Educação, divulgado em fevereiro.

A Secretaria de Educação informa que o piso salarial em São Paulo, de R$ 2.600 é um dos mais altos do País. Em relação as férias em janeiro, a pasta reitera que a própria Secretaria concorda com a medida, porém ações judiciais obrigam a Prefeitura a abrir unidades.

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