Professores da USP entram em greve

A Assembleia dos Docentes da Universidade de São Paulo (Adusp) decidiu que os professores entram em greve a partir desta sexta -- juntando-se, assim, aos funcionários da instituição que já estão parados há quase um mês por reajuste salarial. Segundo a Adusp, a medida é um protesto contra a presença da Polícia Militar no campus, para conter manifestações de estudantes.

Redação com Agência Estado |

Além disso, os professores cobram a reabertura imediata das negociações entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo (Cruesp) e o Fórum das Seis -- entidade que representa os sindicatos de professores e funcionários, além de entidades estudantis da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paulo Souza (Ceeteps). Em nota enviada à imprensa, o movimento ainda se manifesta "contra a mudança na carreira docente e perseguições políticas dentro das universidades".

Protesto

Cerca de 400 estudantes da Universidade de São Paulo (USP) bloquearam o portão 1 da Cidade Universitária por volta das 16 horas, num protesto contra o curso de graduação a distância recém-criado pela universidade. Depois eles fecharam o cruzamento das Ruas Alvarenga, uma das principais vias do bairro do Butantã, e Afrânio Peixoto.  A tropa de choque da PM foi chamada, mas ninguém foi preso.

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