RIO DE JANEIRO - Pesquisadores brasileiros apresentam nesta quarta-feira, em entrevista coletiva no Rio, um fóssil com 130 milhões de anos no qual foram descobertas novas estruturas nas asas que dão novo rumo às pesquisas sobre a evolução do voo dos pterossauros (répteis voadores do passado).

Também foi apresentada uma nova tecnologia para identificação de tecidos em fósseis, no auditório da Biblioteca do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio (UFRJ).

O trabalho foi feito por pesquisadores do Setor de Paleovertebrados do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional, do Departamento Nacional da Produção Mineral, do Museu Jurássico de Eichstaedt, na Alemanha, e do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia de Pequim, na China.

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