Paralisação de escolas públicas teve adesão de 21 Estados

17 redes estaduais e 25 municipais participaram da mobilização nesta terça pelo cumprimento do piso

Agência Brasil |

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), 21 Estados aderiram à paralisação nacional dos professores de escolas públicas . Foram confirmadas 17 redes estaduais e 25 municipais paradas nesta terça-feira (16). Amanhã as atividades voltarão ao normal, segundo a CNTE.

A paralisação foi uma forma de cobrar o cumprimento do piso salarial do magistério , que determina que nenhum professor da rede pública com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais pode ganhar menos do que R$ 1.187 mensais.

A CNTE teve uma audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, na qual foi pedido o cumprimento da lei. “O ministro se mostrou favorável ao movimento e disse que vai intermediar por nós”, disse Roberto Leão, presidente da CNTE.

Em alguns lugares, durante a paralisação, houve atos públicos, assembleias e passeatas. Em Brasília, foi feita uma conferência com os professores. Rosilene Corrêa, diretora do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), disse que mil professores, aproximadamente, compareceram à conferência.

“Meu balanço é que o dia foi positivo e, pelo número de presentes, acredito que houve, no mínimo, 30% de adesão de professores à paralisação”.

Segundo a Secretaria de Educação do Distrito Federal (DF), 1% das escolas do DF aderiu à paralisação e nenhuma escola teve paralisação total, foi apenas parcial.

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