No país do futebol, robôs também jogam bola

Estudantes dos cursos de Ciência da Computação e Engenharias Elétricas e Mecânicas do Centro Universitário da FEI desenvolveram um robô capaz de jogar futebol.

Redação |

É uma versão aprimorada do protótipo anterior, que apenas empurrava a bolinha. Ele recebeu dispositivos de dribles e chutes, além de ser acoplado de sistema holonômico, que lhe permite andar em todas as direções sem precisar se virar.

O robô levou um ano para ser desenvolvido. Em formato cilíndrico e com 15 cm de altura, é dotado de cincos motores e quatro rodas. Conta também com quatro baterias, sendo cada uma com 7,4 volts. Ele foi projetado com o objetivo de disputar competições internacionais na categoria Small Size, também chamada de F-180.

Existem equipes de robôs formadas nos Estados Unidos, Ásia e Europa. As partidas são realizadas em um campo de 5 m por 3,5 m. Cada time é composto por cinco jogadores, incluindo o goleiro. Durante o jogo, duas câmeras captam as imagens e as enviam para o computador, que, por radiofreqüência, controlam os bonecos.

Já está em fase de produção mais sete robôs com esta nova versão para formar um time completo, além dos jogadores reservas, afirma Flávio Tonidandel, professor e coordenador do curso de Ciência da Computação da FEI. A equipe de robôs Small Size da FEI deve estrear na Competição Brasileira de Robótica, que ocorre entre os dias 26 a 30 de outubro, em Salvador.

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