Fundação Victor Civita premia educadores

A Fundação Victor Civita irá divulgar os nomes dos ganhadores do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10 e o Educador do Ano, considerados os maiores prêmios da educação no Brasil.

Redação |

Acordo Ortográfico

Na edição deste ano a Fundação registrou cerca de 50 mil inscritos, número 50% superior ao ano passado . Educadores das escolas públicas foram os que mais inscreveram projetos, representando 80% do total.

A língua portuguesa foi o tema mais escolhidos pelos inscritos, com 22% dos projetos. E, assim como os anos anteriores, as mulheres representam a maioria dos participantes, sendo 88% do total.

Foram escolhidos 50 finalistas dos seguintes Estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Depois de dois meses de avaliação, a Fundação definiu uma lista com os dez professores Nota 10. São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina foram os Estados que mais educadores selecionados.

Os vencedores receberão um troféu e R$ 10 mil como prêmio . Na cerimônia, que acontece na noite desta segunda, será escolhido o Educador do Ano, profissional entre os dez finalistas cujo projeto mais se destaca segundo os jurados. O Educador do Ano ganhará também uma bolsa de estudos para cursar pós-graduação em uma instituição escolhida por ele .

Conheça os dez professores finalistas e seus projetos:

Adilma de Sousa Oliveira (E.M.E.F Serafina Carvalho, em Itupiranga/PA)
Projeto: Formação continuada dos professores na escola para formação de alunos leitores e escritores

A coordenadora pedagógica tem um projeto focado no conhecimento didático em leitura e escrita. Sua iniciativa permitiu que os professores da escola aprendessem e ensinassem a construir textos de qualidade.

Ademir Pereira Junior (E.E.F.M. Adaile Maria Leite, em Maringá/PR) Projeto: Cálculo mental e registros em portfólio

O professor ensinou a realizar com agilidade cálculos mentais nas quatro operações. Após resolver os problemas, os meninos registravam o raciocínio que empregaram em forma de textos corridos ¿ que foram dispostos num portfólio.

Andréia Silva Brito (E.E.E.F.M Carlos Drumond de Andrade, em Presidente Médici/RO)
Projeto: Descobrindo poliedros e corpos redondos

Por meio de observação, descrição, representação e classificação de poliedros e corpos redondos, alunos de 6º ano conheceram mais conteúdos relacionados a figuras geométricas, superando as dificuldades de compreensão desses elementos.

Débora Tura (E.E.E.B. Dom Pedro I, em Quevedo/RS)
Projeto: Blog ¿ aprendendo inglês na Internet

Os estudantes da professora navegaram na internet e construíram blogs individuais e coletivos em inglês, apesar de terem o primeiro contato com a língua. Os conteúdos da disciplina foram ensinados durante as práticas de leitura e escrita dos blogs.

Elaine Coviello (E.E. Joaquim de Abreu, em Pirangi/SP)
Projeto: Resolução de problemas ¿ medidas e cálculos

Neste projeto, as crianças tomaram consciência da necessidade de economizar água. Para isso, mediram a vazão do líquido na torneira e calcularam área e o perímetro, utilizando diferentes unidades de medida.

Herivaldo Pereira (E.E. Professora Maria Aparecida Pinto de Abreu Magno, em Bertioga/SP)
Projeto: Bertioga ¿ Macau: diversidade cultural e intercâmbio postal

Após estudar a história da cidade litorânea de Bertioga, onde vivem, os estudantes de 7ª série estabeleceram um intercâmbio cultural com alunos de Macau, na China, também colonizada por portugueses. Dessa forma, fizeram a relação entre a história local e a geral.

Inês Borges (E.E. Básica Profissional Fundação Bradesco, em Marília/SP)
Projeto: Cata-pilhas

As crianças discutiram nas aulas de Ciências os problemas ambientais causados pelo descarte de pilhas no lixo comum. Com isso, aprenderam a descartá-las de forma consciente.

Joaton Suruí (Escola Indígena E.E.F. Sertanista José do Carmo Santana, em Cacoal/RO)
Projeto: Escrevendo nossa língua Paiter Suruí

Para aprender a escrita da língua paiter suruí, as classes de 6º a 9º ano de escola indígena de Cacoal foram alfabetizadas em português e produziram um livro sobre um mito tradicional da aldeia ¿ que até então era transmitido apenas oralmente de geração para geração.

Jorge Luiz de Moraes (Colégio Pedro II ¿ Unidade Engenho Novo II, no Rio de Janeiro/RJ)
Projeto: Ariano e podcast: o casamento suspeitoso

Os jovens da 8ª série da escola apresentaram num podcast aspectos biográficos e bibliográficos do escritor paraibano Ariano Suassuna. Nas atividades, associadas ao uso da tecnologia, aprenderam expressão e gêneros orais.

Luciana Santos (CEI Santa Escolásticas/CCT Paraisópolis, em São Paulo/SP)
Projeto: África ¿ Brasil: Origens africanas num país chamado Brasil

Este trabalho foi desenvolvido visando avaliar as heranças culturais da África na vida cotidiana brasileira. Com foco na música e na dança, as crianças de 6 anos visitaram um museu e pesquisaram textos diversos, mapas e lendas.

Maria Helena Klein (E.M.E.F. Francisco Lacerda de Aguiar, em Vitória/ES)
Projeto: Interação escolar e meio-ambiente ¿ uma proposta de intervenção pedagógica em defesa do Rio Santa Maria da Vitória

A bacia hidrográfica de rio que passa em Vitória foi estudada em trabalho de campo e em sala por alunos de 2ª série. Além da nascente e da foz do rio, eles conheceram comunidades ribeirinhas.

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