Marcel Segal entrou em contato com o iG para esclarecer posicionamento em relação à manifestação na PUC-SP

O estudante do curso de Comunicação e Multimeios da PUC-SP Marcel Segal, de 23 anos, afirmou, em contato telefônico e por email com o iG que, diferentemente do que foi publicado na reportagem “ Após cancelamento de aula na PUC-SP, alunos protestam ”, não era um dos organizadores do Festival da Cultura Canábica, que seria realizado na sexta-feira no campus da universidade. O evento, que seria uma festa em prol da maconha, não chegou a ocorrer porque a reitoria da PUC-SP fechou o campus antes disso.

O aluno também nega a afirmação atribuída a ele na matéria produzida pela Agência Estado e reproduzida pelo iG: "Não somos baderneiros. Só queremos discutir a legalização da maconha. Afinal, não existiria produção cultural e acadêmica nesse País se não existisse a maconha". Segundo ele, o que disse foi: "Uma parte importante da cultura e da produção acadêmica brasileira se perderiam se conseguissem acabar com a maconha".

No email enviado ao iG, Segal esclareceu seu posicionamento: “Eu realmente disse que o encontro não era de baderneiros. Isso não quer dizer que eu seja um dos organizadores”. E completou: “Eu não disse em momento algum que queria ou que outras pessoas queriam discutir a legalização da maconha. Ao contrário, sempre que perguntado, fazia questão de dizer que para mim o evento serviria para falar de cultura. Uma cultura que havia ficado imortalizada em canções famosas como dos Beatles e de Bob Marley, cinema, artes plásticas entre outros e que dessa forma, não se tratava da maconha especificamente”.

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