Escolas participam de seminário sobre práticas tecnológicas em Campo Grande

Iniciativa da Brasil Telecom em parceria com a Secretaria Estadual de Educação reunirá educadores para definir próximas etapas e inauguração de novas Oficinas Digitais.

Redação |

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Inclusão digital. É com este objetivo que a Brasil Telecom desenvolve em todo o País o projeto de Educação Digital que, por meio de oficinas digitais, visa capacitação de professores e alunos para que utilizem tecnologia de ponta de informática e telecomunicações em sala de aula, em escolas públicas das regiões Sul, Centro-Oeste e Norte do País.

Em Mato Grosso do Sul, desde junho, estão em funcionamento cinco oficinas digitais instaladas nas escolas estaduais Heitor Villa Lobos, Marçal de Souza Tupá, Olinda Conceição Teixeira Bacha, Rui Barbosa e Professora Delmira Ramos dos Santos.

Para detalhar os resultados e propiciar a troca de experiências dessas escolas da rede estadual de ensino com o projeto, é que a Brasil Telecom e a Secretaria de Educação do MS, em parceria com a Superintendência de Planejamento e Apoio a Educação e a Coordenadoria de Tecnologias Educacionais, por meio do Núcleo de Tecnologia Educacional de Campo Grande, promoveram na capital o primeiro Seminário Estadual de Práticas Tecnológicas nas Oficinas Digitais.

O evento aconteceu no dia 7 de outubro, no auditório do Cepef - Centro Profissionalizante Ezequiel Ferreira Lima. Na ocasião, os educadores debateram sobre as próximas etapas do projeto, bem como conhecer o cronograma de inauguração de novas oficinas.

Durante o seminário, as escolas estaduais Heitor Villa Lobos, Marçal de Souza Tupá, Olinda Conceição Teixeira Bacha, Rui Barbosa e Professora Delmira Ramos dos Santos apresentaram o planejamento das aulas nas oficinas digitais, com detalhamento da prática desenvolvida e as que serão realizadas até o fim do ano.

O portal iG, empresa que apoia o projeto, mostrou as Ferramentas de Comunidade nas práticas pedagógicas e os Fóruns Temáticos. Já a assessoria pedagógica do Projeto fez uma explanação dos objetivos e da dinâmica do encontro, além de apresentar uma análise e orientações para as atividades nas oficinas.

Para se ter ideia dos resultados regionais, em Mato Grosso do Sul, de acordo com dados da Secretaria de Educação do Estado, por meio Núcleo de Tecnologia Educacional de Campo Grande, mais de 170 professores da rede estadual de ensino foram capacitados para ministrar aulas e participar do Projeto Educação Digital da Brasil Telecom. Os educadores, das cinco escolas contempladas com o programa, participaram do curso de fundamentos básicos de informática, realizado no primeiro semestre deste ano.

Destes profissionais, 51 professores participaram também da segunda fase do curso. Em novembro acontece a segunda fase do curso para os outros 119 educadores. Já os estudantes do MS, foram mais de 700 alunos beneficiados com o projeto da Brasil Telecom, sendo que 70 deles estão participando do programa Aluno Monitor nas oficinas digitais.

O Seminário sobre práticas tecnológicas nas oficinas digitais aconteceu esta semana em Campo Grande. No evento, estavam presentes no seminário representantes da Brasil Telecom, da Secretaria de Educação do MS, do MEC, equipe do Projeto Educação Digital, diretores, coordenadores e professores das cinco escolas participantes do projeto e também os responsáveis pelas oficinas digitais no Mato Grosso do Sul.

Veja os projetos apresentados pelas escolas:

- Delmira Ramos

- Maestro Heitor Villa Lobos

- Marçal de Souza

- Olinda Conceição

- Rui Barbosa

Sobre o projeto

O projeto Educação Digital foi concebido pela Brasil Telecom em parceria com Secretarias de Educação de estados e municípios. Promove a capacitação de professores e alunos para que utilizem tecnologia de ponta de informática e telecomunicações em sala de aula, em escolas públicas das regiões Sul, Centro-Oeste e Norte do País. Até o final de 2008 mais 17 Oficinas Digitais serão instaladas nos Estados do Rio Grande do Sul, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, e no Distrito Federal.

O programa tem como objetivo promover melhoria na qualidade e na produtividade da educação pública brasileira pela implantação de Tecnologias da Comunicação e Informação no ambiente escolar. Foi estruturado a partir de experiências existentes, aproveitando as melhores práticas conhecidas e eliminando os problemas mais recorrentes. O programa conta ainda com o apoio do portal iG, da Intel e da Microsoft. O público alvo é formado por crianças e jovens em idade escolar que estejam cursando o ensino fundamental e médio.

Cada escola recebe acesso à internet por banda larga e um laboratório digital modelo instalado em sala especial preparada e integralmente financiada pela Brasil Telecom. As Oficinas Digitais são implantadas em escolas com alta motivação e compromisso com a aprendizagem dos seus alunos, afim de que eles possam melhor desenvolver seus trabalhos e pesquisas escolares por meio da internet e dos recursos da informática. Além disso, os estudantes são apoiados por professores e alunos-monitores, capacitados e treinados para a utilização adequada da tecnologia A infra-estrutura e os equipamentos de ponta são interligados pelo mais sofisticado sistema de inteligência existente no País.

A capacitação dos professores é realizada em 81 horas de duração, com ênfase na prática da utilização dos instrumentos tecnológicos e dos conteúdos. A capacitação dos alunos-monitores é feita em 4 horas presenciais e 136 horas online. Outras técnicas também são utilizadas por meio do ensino a distância e de multiplicadores. Um portal exclusivo desenvolvido pelo iG apóia o compartilhamento de experiências e a difusão para a rede de escolas de novas informações, ideias e das melhores práticas do projeto. Em paralelo, são realizadas campanhas de mobilização e envolvimento das comunidades, sobretudo dos pais e responsáveis pelos alunos.

Infra-estrutura

Cada Oficina Digital tem 22 computadores para uso dos alunos e dos professores e toda a infra-estrutura necessária ao seu funcionamento, como impressora/scanner a laser e máquina fotográfica digital. Cada monitor tem uma câmera e fone de ouvido que possibilitam o treinamento e o ensino à distância.

A conexão dos computadores a banda larga Turbo permite acesso rápido à internet e otimiza o processo educacional e o tempo das aulas. Também possibilita acesso às fontes de pesquisa mais relevantes e a sites educacionais indicados pelo MEC e outras entidades. O laboratório está interligado diretamente ao Cyber Data Center da Brasil Telecom, onde se concentram as funções críticas de processamento de informações.

Dessa forma, por exemplo, o filtro de conteúdos é unificado, seguindo orientação das Secretarias de Educação. De forma segura e com custos menores, o Data Center armazena os materiais produzidos por alunos e professores, e promove a atualização simultânea de todos os aplicativos (softwares), o que resulta em redução de custos para as escolas.

Essa rede inteligente propicia, ainda, a arquitetura necessária para a construção de um cadastro centralizado de todos os alunos envolvidos no programa ¿ o que facilita o acompanhamento do desempenho do aluno por professores e pais. Disponibiliza e-mail iG para cada estudante e professor, com capacidade individual de 2M, e senha exclusiva que possibilita o acesso a todos os seus conteúdos de qualquer computador conectado à internet.

Cada Oficina Digital reúne as condições ambientais adequadas para melhorar a qualidade de ensino da escola. As salas são pintadas e os pisos preparados para receber toda infra-estrutura elétrica e de transmissão de dados necessárias ao seu funcionamento, com no-break, switch de 32 portas, mobiliário moderno, ar condicionado e kit de grades para segurança de portas e janelas.

Também são disponibilizados à escola modernos softwares operacionais e de ensino: Windows Server ou Linux; Blue Lab ¿ de apoio ao professor; Publisher, Office, Encarta, e Dicionários. As escolas recebem, ainda, assistência técnica completa para máquinas e equipamentos e contam com um Help-Desk de primeiro e segundo níveis, 24 horas por dia, 7 dias por semana. A Brasil Telecom custeia integralmente todas as despesas do programa pelo período de 18 meses.

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