Entidades ligadas à Educação reclamam que metas são "tímidas"

Campanha Nacional quer que Plano Nacional enviado nesta quarta ao Congresso seja mais específica e ambiciosa

iG São Paulo |

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgou nota em que pede pressão ao Congresso para que o Plano Nacional de Educação (PNE) enviado hoje pelo governo seja melhorado. Para eles as propostas são "tímidas". O principal pedido é que o porcentual do PIB destinado a Educação seja de 7% até 2014.

“Da forma como está proposto no projeto do Executivo, até 2020 o Brasil deve alcançar o patamar de investimentos públicos na ordem de 7% do PIB. No entanto, no sentido de criar meios reais para universalizar o direito de acesso à educação de qualidade, a Campanha insistirá na sensibilização dos parlamentares e do Poder Executivo para que os 7% do PIB sejam alcançados em, no máximo, quatro anos, a partir do início da vigência do PNE. Vale lembrar que durante o processo eleitoral a presidente eleita, Dilma Rousseff, prometeu alcançar esse patamar até 2014”, diz a nota.

A entidade também pede que seja instituído um “custo aluno-qualidade” na educação básica, maior porcentual de crianças em creches e que mais recursos do Pré-Sal sejam destinados à Educação, conforme o documento original proposto por entidades previa. “É consenso que o principal motivo do fracasso do PNE 2001-2010 deveu-se, marcadamente, aos vetos apostos a metas de financiamento da educação empreendidos pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e mantidos pelo presidente Lula.

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