Antes da prova, candidatos relembram dicas de redação

Estudantes fazem neste domingo provas de linguagens e códigos, matemática e redação

Fábio Grellet, especial para o iG |

Ignorar a confusão de ontem sobre o caderno de respostas e relembrar as dicas para a redação. Essa foi a fórmula adotada pela maioria dos candidatos que se dirigiram à UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) neste domingo (7) para fazer as provas do segundo e último dia do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).

As provas de hoje incluem linguagens e códigos, matemática e redação. No sábado (6), quando foram aplicados testes de ciências humanas e ciências da natureza, a ordem estava invertida no caderno de respostas, em relação ao de questões. Por isso, chegou a ser cogitada a anulação da prova, o que o Ministério da Educação descarta.

Neste domingo, sob sol escaldante, o movimento na UERJ foi menor. O ingresso nas salas foi autorizado a partir das 11h54 e às 12h50, dez minutos antes de os portões serem fechados, pouquíssimos alunos ainda estavam do lado de fora. Às 13h os portões foram fechados.

Dez minutos depois, o candidato Charles de Moraes Abreu, 24, chegou e constatou a impossibilidade de entrar na universidade. “Moro em Nova Iguaçu, mas estava no Estácio, na casa de uma amiga. Saí de lá ao meio-dia, de ônibus, mas havia muito trânsito e só consegui chegar agora”, lamentou. Abreu disse que avaliava ter ido bem na prova de ontem, embora não tenha corrigido as questões.

A estudante Ana Paula Bezerra Gomes, 18 anos, que chegou à UERJ mais de meia hora antes da prova e não teve problemas para entrar, disse ter feito 47 pontos, segundo correção com base em gabarito extra-oficial. “Quero cursar Economia, mas adoro escrever e não estou com medo da redação de hoje. Além disso, revisei as dicas para fazer um bom texto ontem à noite e hoje de manhã”, contou.

O candidato Ronaldo Firmino, 18 anos, discordava de Ana Paula. “O problema da prova de hoje é a redação”, avaliava. Firmino já concluiu o Ensino Médio e pretende cursar Administração. Ele ainda não corrigiu a prova de ontem e conta que, em sua sala, ninguém havia preenchido o caderno de respostas antes de surgir o alerta sobre a ordem invertida das questões.

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