Aluno que prestou exame na PUC-Rio conta que cadernos estavam nos lugares errados e precisaram ser redistribuídos

O estudante Daniel Alcântara, de 17 anos, levou um susto um minuto antes da prova do Exame Nacional do Ensino Médio começar, já na sala de aula, na Puc-Rio, zona sul do Rio de Janeiro. "Uma funcionária entrou e observou que as cores das provas estavam dispostas nos lugares errados", disse Daniel, que fez o Enem pela segunda vez.

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Segundo ele, os fiscais recolheram tudo e ficaram tentando distribuir corretamente, mas não sabiam como. “O sinal tocou e as provas não estavam nas mesas", contou o jovem que pretende cursar Comunicação Social. Em seguida, a funcionária voltou a sala e disse para os fiscais manterem as provas onde estavam, mas eles já haviam recolhido tudo.

"Foi confuso porque muita gente já tinha marcado no cartão de resposta a cor de sua prova. Só que o cartão não pode ser substituído. Por isso eles ficaram trocando os alunos de lugar para tentar corrigir o problema. Estavam mal informados", afirmou ele.

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Passados cinco minutos, finalmente os alunos puderam começar a prova, atrasados em relação aos demais. "É ruim porque desconcentra. Um monte de gente começou a conversar. Espero que eles dêem esses minutos perdidos para quem ficar na sala até o final", disse Daniel, que apesar do atraso concluiu a prova em pouco mais de duas horas.

Daniel Alcântara, 17 anos, diz que confusão com cores das provas desconcentrou alunos na sala
Priscila Bessa
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