Provas do Enem já estão em pontos de distribuição

Segundo o ministro Mercadante, está tudo pronto para o exame nos dias 3 e 4 de novembro

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As provas para os alunos que vão se submeter à próxima edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já foram impressas e encaminhadas para pontos estratégicos de distribuição em todo o País, informou nesta quinta-feira o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. "Já está tudo pronto", afirmou. 

O exame está marcado para os dias 3 e 4 de novembro e é o primeiro desde que Mercadante assumiu a pasta, em janeiro.

Segundo o ministro, as provas já foram impressas há muito tempo e estão muito bem protegidas por 72 batalhões do Exército, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar.

Fiscalização: 
- Fiscais de aplicação do Enem lamentam tempo curto de preparação

O ministro destacou a mudança na correção das redações nesta nova prova do Enem . O Ministério da Educação promete mais rigor na correção das redações neste ano, ao diminuir a discrepância máxima de 300 para 200 pontos entre os dois corretores que analisam os textos. Para ajudar na preparação dos candidatos, a pasta também elaborou um guia para orientar os estudantes com esclarecimentos sobre os critérios de avaliação, que pode ser conferido no site do Inep .

Redação do Enem:
- Entenda o sistema de correção da redação do Enem 2012
Faça o teste e veja quanto vale o seu texto segundo critérios do MEC

"Acredito que vamos ter um excelente exame, quem estudou vai ter um ótimo resultado", afirmou o ministro. Ele ressaltou que foi reforçado, também, o trabalho de treinamento dos fiscais das provas.

Redações inválidas

Ao comentar o crescimento no número de redações inválidas no Enem – de 2009 a 2011, houve um aumento de 168% nos textos anulados, contra um crescimento de 59% no número de redações corrigidas – o ministro minimizou a tendência.

"Temos de pensar o universo do Enem, o Enem vem crescendo de forma extraordinária. Essas redações que foram anuladas representam muito pouco", disse a jornalistas. Em 2011, as redações anuladas representaram 2,5% do total de provas. Segundo especialistas, os dados mantêm relação com mudanças nas regras de correção, com as diferentes propostas de redação a cada edição e também com o perfil dos inscritos.

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