Com nova lei, professores faltaram 60% menos em São Paulo

SÃO PAULO - As faltas de professores motivadas por atestados médicos caíram quase 60% na rede estadual de Educação de São Paulo, de acordo com levantamento divulgado pela Secretaria de Educação do Estado.

Redação |

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O balanço é sobre os seis meses iniciais desde a implantação da lei que limitou para seis o número de ausências com pedidos médicos. Antes da lei, os professores podiam faltar sem limites e sem desconto na folha de pagamento. Usando todos os dispositivos legais, era possível que um professor trabalhasse apenas 27 dos 200 dias letivos de um ano.

Entre maio e outubro de 2007, foram 398 mil faltas. Destas, 247 mil foram com apresentação de atestados médicos. Em 2008, foram 163 mil faltas.

"É uma mudança importante. Isso reflete diretamente na aprendizagem dos estudantes, nosso objetivo. É fundamental que o professor acompanhe o dia-a-dia dos alunos, que haja continuidade de ensino", afirmou, em nota da secretaria, Maria Helena Guimarães de Castro, secretária de Estado da Educação.

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