Bateria líquida

Sem uma boa maneira de estocar eletricidade em grande escala, a energia solar é inútil à noite. Uma opção promissora de armazenamento é um novo tipo de bateria feito com materiais totalmente líquidos. Os protótipos sugerem que essas baterias líquidas vão custar menos de um terço das melhores baterias de hoje e podem durar bem mais.

The New York Times |

A bateria é sem igual. Os eletrodos são metais fundidos, e o eletrólito que conduz a corrente entre eles é um sal fundido. Isso resulta em um aparelho estranhamente duradouro que pode absorver rapidamente grandes quantidades de energia. Os eletrodos podem operar em correntes elétricas dez vezes mais do que qualquer [bateria] já medida, diz Donald Sadoway, professor de química de materiais do MIT e um dos inventores da bateria. Além disso, os materiais são baratos, e o design permite uma produção simples.

O primeiro protótipo consiste em um container cercado por material isolante. Os pesquisadores acrescentam material cru fundido: antimônio embaixo, um eletrólito como sulfato de sódio no meio e magnésio em cima. Já que cada material tem uma densidade diferente, eles permanecem naturalmente em camadas distintas, o que simplifica a produção. O container dobra como um coletor de corrente, fornecendo elétrons de um gerador de energia, como painéis solares, ou levando-os à rede elétrica para fornecer eletricidade a casas e ao comércio.

Quando a energia vai para a bateria, os metais magnésio e antimônio são gerados pelo antimonídio de magnésio dissolvido no eletrólito. Quando há a descarga, os metais dos dois eletrodos se dissolvem para formar de novo antimonídio de magnésio, que se dissolve no eletrólito, fazendo com que ele aumente e que o eletrodo encolha.

Sadoway prevê a ligação entre grandes células para formar baterias enormes. Uma grande o suficiente para atender o pico da demanda de eletricidade da cidade de Nova Iorque ¿ cerca de 13,000 megawatts ¿ o que preencheria quase 60,000 metros quadrados. Para carregá-la seriam necessários campos solares de tamanho jamais visto, gerando não apenas eletricidade o bastante para atender a demanda diurna como também energia excedente para carregar as baterias para a demanda noturna. Os primeiros sistemas vão provavelmente guardar a energia produzida durante períodos de baixa demanda por eletricidade para usá-la durante o pico, reduzindo assim a necessidade de novas instalações de força e linhas de transmissão.

Muitas outras formas de armazenamento de energia por meio de fontes de força intermitente foram propostas, e algumas foram postas a uso limitado. Isso varia de pilhas de baterias geradas por ácidos a sistemas que bombeiam água para cima durante o dia e deixam que ela volte para alimentar os geradores à noite. A bateria líquida tem a vantagem de ser barata, duradoura, e (ao contrário de opções como bombear a água) útil em uma variedade de lugares. Ninguém havia conseguido lidar com o problema de armazenamento de energia em escala massiva nas redes elétricas, afirma Sadoway. Estamos olhando literalmente para uma bateria capaz de armazenar a rede.

Desde que criaram os protótipos iniciais, os pesquisadores trocaram os metais e sais utilizados; não foi possível dissolver antimonídio de magnésio no eletrólito em concentrações elevadas, então os primeiros protótipos eram muito grandes para serem práticos. (Sadoway não identificou os materiais novos, mas disse que funcionam com os mesmos princípios.) A equipe espera que uma versão comercial da bateria esteja disponível em cinco anos.

Tópicos de seminário anunciados para o Future Play 2009

A conferência Future Play 2009 sobre jogos e design anunciou que os tópicos de seminário para o encontro deste ano foram finalmente definidos.

Rick Mahoney da Cinetik, Co-Chair da Future Play, disse: Acredito que conseguimos capturar um espectro muito interessante de tópicos com os seminaristas que escolhemos. Sinto que há um bom equilíbrio entre os seminários de how-to e apresentações que vão ter uma natureza mais filosófica.

A lista completa de tópicos de seminário é a seguinte:

- Fazendo jogos profundos, apresentado por Doris Rusch;
- Educação de áudio de jogos: Acrescentando áudio aos cursos de jogos, e jogos aos cursos de áudio, apresentado por: Karen Collins, Bill Kapralos, Leonard Paul e David Kerr;
- Criando exercícios eficazes nos videogames, apresentado por Graham, Tadeusz Stach e Regan Mandryk;
- O futuro da pesquisa de experiência do jogador, apresentado por Lennart Nacke, Mike Ambinder, Alessandro Canossa, Anders Drachen, Regan Mandryk e David Pinelle;
- O futuro da ética, games e jogar, apresentado por John Nordlinger, Miguel Sicart, Chris Swain, Alison Bryant e Colleen Macklin;
- Grupos de acessibilidade de jogos IGDA, apresento por Michelle Hinn;
- Criando componentes de jogos ativos nos games, apresentado por Anthony Whitehead.

A conferência Future Play 2009 vai acontecer nos dias 12 e 13 de maio no Vancouver British Columbia como parte da GDC Canadá. Desde o seu princípio em 2002, o Future Play oferece uma casa para as pesquisas de ponta, desenvolvedores de jogos e teoristas, que compartilham ideias com um público que inclui especialistas da indústria, alunos, investidores e autoridades do governo envolvidas com mídia digital e indústria de jogos. O Future Play foca três grandes temas de desenvolvimento de jogos no futuro, impactos de jogos e aplicações futuros, e talento de jogos futuros.

O Future Play é patrocinado pela Universidade de Algoma rede eles, ou levando-os rgia, como painnte, anecem naturalmente em camadas distintas, o que simplifica a produç, a casa norte-americana do Mestrado de Ciências em Tecnologia de Jogos de Computador, com apoio do Instituto de Tecnologia da Universidade de Ontario.

Mais informações sobre o Future Play 2009 da GDC, incluindo inscrição e informações sobre preços, estão disponíveis em www.futureplay.org .

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