Alunos acusados de racismo e agressão são expulsos de universidade em Ribeirão Preto

O Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (SP), decidiu ¿desligar¿, nesta segunda-feira (1º), os três alunos de medicina acusados de racismo contra um trabalhador negro. O suposto crime teria ocorrido em dezembro de 2009.

iG São Paulo |

Segundo a assessoria de comunicação do centro universitário, a Comissão de Inquérito Administrativo (CIA) soltou uma portaria, resolvendo desligar os alunos, entendendo que a conduta deles feriu o regimento interno da instituição de ensino.

A universidade informou que os estudantes foram notificados da decisão nesta segunda-feira. Desde o dia 16 de dezembro, os estudantes estavam afastados da instituição por decisão da CIA. O afastamento tinha previsão de 60 dias.

O caso

No dia 12 de dezembro de 2009, os estudantes Emílio Pechulo Ederson, de 20 anos, Felipe Giron Trevisani, de 21, e Abrahão Afiune Júnior, de 19, foram presos por agredirem o auxiliar de serviços gerais de outra instituição universitária particular, Geraldo Garcia, de 55 anos.
Um dos jovens usou um tapete enrolado para acertar as costas de Garcia, e ainda gritou negro a ele, numa das principais avenidas da cidade. Seguranças de um evento viram o fato e perseguiram os jovens, que foram detidos pouco depois e presos em flagrante por racismo e agressão.

Os jovens conseguiram liberdade provisória sob pagamento de fiança de R$ 5.580 cada.

* Com informações da AE

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