Com um cardápio que inclui canetas, lanches e bebidas, eles tentam faturar com os candidatos desprevenidos

Na manhã deste domingo (9), os arredores do campus da Uninove na Barra Funda já estavam repletos de comerciantes ambulantes. Vendendo canetas, lanches e bebidas, eles tentam faturar com os candidatos desprevenidos.

Georgina Santos vende batatas fritas. Ela não trabalhou no sábado, mas ao ver o movimento pela TV, decidiu arriscar. (9/11)
Bárbara Libório/ iG São Paulo
Georgina Santos vende batatas fritas. Ela não trabalhou no sábado, mas ao ver o movimento pela TV, decidiu arriscar. (9/11)

Guilherme da Silva, 25, vende salgadinhos, doces e bebidas todos os dias no campus. Ele conta que o movimento este ano está menor que o do ano passado. "Acho que o pessoal está vindo mais preparado, trazendo as coisas de casa. E ficam tão preocupados que nem pensam em comprar nada."

No sábado (8), ele ficou nos arredores do campus da PUC, na mesma região. Com o movimento fraco, resolveu voltar para Uninove, que recebe mais candidatos. Ele conta que ontem faturou cerca de R$ 300. "Espero que hoje seja melhor", diz.

Jaílson Souza, de 39 anos, é pipoqueiro e fica na rua do campus todas as noites há seis anos. Ele diz que o movimento poderia ser melhor, mas que está contente mesmo assim.

Neste domingo, ele chegou às 9h e promete ficar até o último candidato ir embora. No sábado, ele faturou cerca de R$ 150 vendendo pipocas e batatas

Georgina Santos, de 44 anos, chegou às 11h com seu carrindo onde vende batatas fritas. Ela não veio no sábado, mas quando viu o movimento da rua pela televisão, resolveu arriscar. "Na hora da entrada, o pessoal está muito ansioso e não come. O bom é na hora da saída", explica.


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