Dois estudantes são presos em reintegração de posse na USP

Por Agência Estado |

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Polícia Civil diz que alunos foram detidos durante tentativa de fuga do prédio e devem ser indiciados por danos, furto ao patrimônio público e formação de quadrilha

Agência Estado

Dois estudantes foram presos no começo da manhã desta terça-feira (12) após a reintegração de posse da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) feita pela Tropa de Choque da Polícia Militar. De acordo com a Polícia Civil, os manifestantes foram detidos durante tentativa de fuga do prédio e devem ser indiciados por danos e furto ao patrimônio público, além de formação de quadrilha.

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A Tropa de Choque da Polícia Militar cumpriu, na manhã desta terça-feira (12) a reintegração de posse da reitoria da Universidade de São Paulo (SP). Foto: Futura PressSegundo informações da Polícia Militar, a reintegração aconteceu de forma pacífica e os estudantes deixaram o local sem confronto. Foto: Futura PressO local estava com diversas pichações e móveis destruídos. Foto: Futura PressA reitoria estava ocupada por estudantes desde o dia 1º de outubro. Foto: Futura PressEm nota, o Diretório Central Estudantil (DCE) da USP considerou como "absolutamente inadmissível o uso da força policial" dentro da universidade. Foto: Futura PressOs estudantes reivindicam, entre outras medidas, eleições diretas para a escolha do reitor. . Foto: Futura Press

Os alunos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da instituição João Vítor Gonzaga Campos, de 27 anos, e Inauê Taiguara Monteiro de Almeida, de 23 anos, foram levados ao 93º Distrito Policial (Jaguaré) e podem ser transferidos ainda nesta terça para a delegacia de trânsito.

Reintegração

A Tropa de Choque da Polícia Militar foi chamada para cumprir ordem de reintegração de posse da reitoria da USP, que estava ocupada por estudantes desde o dia 1º de outubro. Apesar das prisões, segundo a PM, não houve confronto entre os alunos e os policiais.

Em nota, o Diretório Central Estudantil (DCE) da USP considerou como "absolutamente inadmissível o uso da força policial" dentro da universidade. Os estudantes do diretório afirmaram ainda que "seguirão lutando pelas vitórias do movimento, defendendo a necessidade da greve e ocupação".

Além da ocupação, os estudantes estavam em greve desde o dia 1º de outubro e reivindicam, entre outras medidas, eleições diretas para a escolha do reitor.

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